Assim, aquele que julga estar firme, cuide-se para que não caia! Não sobreveio a vocês tentação que não fosse comum aos homens. E Deus é fiel; ele não permitirá que vocês sejam tentados além do que podem suportar. Mas, quando forem tentados, Ele lhes providenciará um escape, para que o possam suportar.
I Coríntios 10.12,13
É notório que o falso moralismo tem reinado atualmente, e veicula de forma intensa e ostensivamente nas redes sociais.
Acontece que enquanto nós "cristãos" criticamos veementemente a prática da homossexualidade, como se este pecado fosse o mais imoral de todos, nos lares cristãos o adultério, fornicação, prostituição, estupro e a lascívia tem se intensificado de maneira escabrosa. Ocorre que o inimigo sagaz que é, não brinca e nem dorme nunca.
E infelizmente sob esta velada lógica da hipocrisia, os mandamentos são moldados a gosto do freguês e tornam-se aliados do mundo, e a Igreja vai se moldando e adaptando de maneira permissiva aos ditames do mundo.
Por exemplo, a Bíblia cobra de todos a castidade até o casamento, mas, quando a prática deve existir, cada caso se torna um caso. Mas, o mandamento é claro, Deus espera que o sexo só aconteça dentro do casamento e/ou quando não há possibilidade de manter-se em celibato: "Mas, se não conseguem controlar-se, devem casar-se(...)" (1 Coríntios 7.9), tendo constituído essa lógica desde a criação: "Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne" (Gênesis 2.24). Esta é a nossa realidade cristã, onde devemos nos posicionar e deixar fixada a nossa base, pois todas as vezes que ultrapassarmos isso, colheremos os frutos da nossa irresponsabilidade.
"Portanto, irmãos, rogo-lhes pelas misericórdias de Deus que se ofereçam em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus; este é o culto racional de vocês. Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus" (Romanos 12.1,2).
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