domingo, 23 de agosto de 2026

Comunhão: sinal do amor de Deus

 

Que o Senhor faça crescer e transbordar o amor que vocês têm uns para com os outros e para com todos.


                               1 Tessalonicenses 3.12a


Em Atos 2.42-47, lemos sobre o relacionamento entre os primeiros cristãos, que se reuniam com alegria para louvar a Deus, pois sabiam que o Mestre Jesus dera Sua vida por eles.

O conhecimento do que Deus fez por nós, é o que nos possibilita a comunhão com Ele e com os irmãos. Sem isso, podemos até ter reuniões maravilhosas, mas elas não expressarão adoração genuína a Deus, nem o amor entre os cristãos. E ao participar de uma igreja, desenvolvemos um relacionamento com os outros filhos de Deus - a comunhão. E somente quem sabe que pertence a Cristo, pode conviver com pessoas tão diferentes, mas que têm um mesmo objetivo que é agradar a Deus. Cientes de que Ele estará presente onde dois ou três estiverem reunidos em Seu Nome (Mateus 18.20).

E quando temos um bom relacionamento com Deus e com nossos irmãos em Cristo, nossa vida é direcionada àqueles que estão ao nosso redor - pessoas que precisam de um gesto de amor, uma palavra de conforto ou uma expressão de carinho. Os primeiros cristãos estavam cheios de temor a Deus, tinham tudo em comum e se ajudavam mutuamente. Todos os dias estavam reunidos para adorar a Deus, presenciavam muitas maravilhas e tinham a simpatia de todo o povo. E a exemplo deles, esse também deve ser o alvo  em nossa vida diária: demonstrar amor, paciência e perdão; visitar os doentes ou quem necessita de nós, e ajudar aos pobres. Estas ações demonstram o amor de Deus e devem fazer parte da vida de todo cristão. Aliás, a comunhão entre os cristãos é um sinal público do amor de Deus.

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