sexta-feira, 17 de abril de 2026

Fruto do arrependimento

 

Dêem fruto que mostre o arrependimento!


                                       Mateus 3.8


Muitos de nós têm uma leve e superficial noção do que é o arrependimento. Alguns o entendem como uma espécie de tristeza e um vago remorso por causa de algo que fizeram. Outros acham que ao arrepender deve acontecer algo sobrenatural, como um ardor no peito ou perder o apetite, e coisas deste tipo.

Mas, o arrependimento verdadeiro é acompanhado de uma mudança de atitude, uma confissão de que estávamos errados, resultando na reversão do caminho do pecado, para seguir uma nova vida com Deus. E assim destruir as estradas, pontes e vielas dos caminhos maus, apagá-los da mente e do coração; interromper o ciclo do pecado, desmontar e destruir as estruturas pecaminosas, rejeitando as novas sugestões de pecado.

E uma vez firmados pela misericórdia de Deus, mesmo se cairmos depois disso em algum novo pecado, devemos parar, reconsiderar, confessar novamente e mudar a direção. Não devemos tentar justificar nossos erros, arrependimento é o contrário disso. Arrepender-se é conscientizar de nossa incapacidade de sermos corretos, é estarmos cientes das nossas limitações e total dependência de Deus. Devemos lembrar também que arrependimento não é esforço pessoal. Arrependemo-nos não porque somos fortes e queremos mudar, mas pela graça de Deus, pelo contato com a salvação em Cristo Jesus.

Façamos uma análise sincera de nossa vida e procuremos confessar a Deus tudo o que não está correto; isto será de grande valia e trará uma nova motivação e alegria à nossa vida. Conformar-se com o pecado pode ser aparentemente melhor, mas quem age assim a cada día se sente pior e mais enfraquecido, sejamos autênticos em nossa confissão.

Palavra para o seu coração

 

Graças ao grande amor do SENHOR é que não somos consumidos, pois as suas misericórdias são inesgotáveis. Renovam-se cada manhã; grande é a tua fidelidade!

 

                                  Lamentações 3.22,23

 

Portanto, irmãos, rogo-lhes pelas misericórdias de Deus que se ofereçam em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus; este é o culto racional de vocês.

 

                                  Romanos 12.1

quinta-feira, 16 de abril de 2026

Bem intencionados

 

Para trás de mim, Satanás! Você não pensa nas coisas de Deus, mas nas dos homens.


                                       Marcos 8.33


Se observarmos o contexto em Marcos 8.31-33, podemos ver que o SENHOR Jesus acabara de ouvir o testemunho dos discípulos proferido por Pedro: Tu és o Cristo. Em Ti encontramos o nosso SENHOR e Salvador, Contigo queremos viver.

Então Ele lhes fala sobre o caminho que estava diante Dele, que se dirigia a Jerusalém, ao encontro da realização do plano de Deus para Sua vida. Disse-lhes que sofreria, seria rejeitado pelos líderes religiosos, os chefes dos sacerdotes e os mestres da lei, que seria morto e que ressuscitaria três dias depois. Ele falou claramente a esse respeito, pois queria que os discípulos soubessem acerca da Sua vinda, que entendessem o plano de que por meio de Sua morte e ressurreição Deus salvaria o mundo do pecado.

Mas Pedro contesta. "Não, SENHOR, sofrimento não é legal"! Deixa a cruz para lá, falemos apenas de coisas boas! Certamente, Pedro era bem intencionado, queria poupar o Mestre do sofrimento. Mas Jesus o repreende severamente: Não, Pedro, não é a boa intenção que vale, e sim o plano de Deus é que deve prevalecer!

Precisamos sempre questionar sobre o que é a vontade, o propósito, o plano de Deus para nós, o que O agrada. Sim, pois tudo o que desvia deste propósito é obra de Satanás. As boas intenções são irrelevantes, o que agrada a Deus, é o nosso empenho e desejo de cumprir a Sua vontade.



Palavra para o seu coração

 

Mas tu enxergas o sofrimento e a dor; observa-os para tomá-los em tuas mãos. A vítima deles entrega-se a ti; tu és o protetor do órfão.

 

                                      Salmos 10.14

 

Ao vê-la, Jesus chamou-a à frente e lhe disse: "Mulher, você está livre da sua doença". Então lhe impôs as mãos; e imediatamente ela se endireitou, e louvava a Deus.

 

                                      Lucas 13.12,13

quarta-feira, 15 de abril de 2026

Evangelizar e ensinar

 

Se o seu dom é servir, sirva; se é ensinar, ensine.


                                     Romanos 12.7


Nos dias do apóstolo Paulo havia um mestre erudito chamado Gamaliel, cujo nome significa "Deus é minha recompensa". Era um fariseu muito bem educado e respeitado, sua opinião tinha um grande peso. Quando Paulo foi preso e apresentou defesa em Jerusalém, incluiu em suas credenciais o fato de ser um dos que foram instruídos aos pés de Gamaliel, conforme a verdade da lei.

Podemos observar que a pregação do apóstolo Paulo não era incoerente e sem lógica, ele partia do conhecimento da lei e dos profetas para apresentar o SENHOR Jesus como o Messias, o Filho de Deus. Com Gamaliel obteve conhecimento, mas em Cristo ganhou entendimento.

Em nossos dias, o nosso desafio é ensinar às crianças a Palavra de Deus de forma simples, clara, objetiva e criativa. Se obtiverem o conhecimento; Deus, a Seu tempo, dará o devido entendimento. Portanto, ensinemos ou permitamos que sejam ensinadas com todo zelo e dedicação. Os resultados se farão notar quando se tornarem cidadãos responsáveis, com famílias bem estruturadas e valores éticos bem definidos, típicos de quem é sal e luz neste mundo. Sim pois, não basta evangelizar - é preciso ensinar.

Palavra para o seu coração

 

Os meus inimigos dizem maldosamente a meu respeito: Quando ele vai morrer? Quando vai desaparecer o seu nome?

 

                                   Salmos 41.5

 

Pois sou o menor dos apóstolos e nem sequer mereço ser chamado apóstolo, porque persegui a igreja de Deus. Mas, pela graça de Deus, sou o que sou, e sua graça para comigo não foi em vão; antes, trabalhei mais do que todos eles; contudo, não eu, mas a graça de Deus comigo.

 

                                   1 Coríntios 15.9,10

terça-feira, 14 de abril de 2026

Provar e aprovar

 

Aquele que o aceita confirma que Deus é verdadeiro.


                                      João 3.33


A grande maioria de nós, falamos em Deus, afirmamos ter fé Nele, mas não vivenciamos um relacionamento íntimo e verdadeiro com Ele. Alguns falam em Deus porque ouvem outros falar, ou falam da experiência que outros tiveram com Ele. Mas, todos precisamos experimentar o Seu grande amor e misericórdia em nossas vidas. Foi para isso que o SENHOR Jesus morreu em nosso lugar, para livrar-nos dos nossos pecados, dar-nos salvação e esperança.

E se não conseguimos perceber a Sua Presença atuante em nossa  rotina diária, é sinal de que não temos um relacionamento íntimo com Deus; pois aquele que tem, a cada dia observa a Presença Dele bem forte junto de si.

E para que isso aconteça, precisamos nos converter dos nossos maus caminhos para ter um verdadeiro relacionamento com o SENHOR, pois Deus está de braços abertos esperando por nós. Os maus caminhos só nos afastam e distanciam Dele. Conversão implica em mudança; e em relação a Deus, evidenciam com mudança de vida, de comportamento, escolhas, pensamentos, é viver de acordo com a Sua inerrante Palavra.

E assim sendo, ter novas e profundas experiências com Deus, dar um novo rumo à nossa vida, e isto basta querer. Com a morte e a ressurreição do SENHOR Jesus, Deus já fez a Sua parte – precisamos  fazer a nossa.

As vezes tememos ter que abrir mão, perder algo ao buscar um relacionamento íntimo com Deus, mas certamente nada daquilo de que abrirmos mão é mais importante do que a verdadeira paz, o amor e a misericórdia que Deus nos dá. Ao termos uma experiência profunda com Deus, em qualquer área, jamais abandonaremos a intimidade com Ele. Então, procuremos viver com Deus em todo tempo, pois não nos arrependeremos desta sábia escolha!