Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me.
Мarсos 8.34
A cruz que o SENHOR se refere, nos manda tomar e carregar pode assumir diferentes formas.
Pode ser que tenhamos de nos contentar em viver e atuar numa esfera humilde e restrita, quando nos julgamos capacitados para trabalho muito mais elevado e qualificado. Pode ser que tenhamos de cultivar durante muitos anos um campo que não nos parece produtivo, incapaz de trazer alguma colheita. Ou que Ele nos ordene nutrir pensamentos amáveis sobre alguém que só nos prejudicou, e que sejamos levados a falar-lhe brandamente, a tomar a sua defesa contra alguém que se opõe a ele, a cercá-lo de simpatia e dar-lhe a nossa ajuda. Pode ser que tenhamos de confessar a nosso Mestre diante daqueles que não querem ser relembrados da existência Dele, nem dos Seus direitos sobre eles. Ou que sejamos chamados a andar entre os homens com rosto radiante e felizes, quando o nosso coração está partido.
Sem dúvida alguma, existem muitas cruzes, e todas elas são dolorosas e pesadas. Certamente, nenhuma delas será procurada por nós de iniciativa própria. Mas, o SENHOR Jesus nunca está tão perto de nós, como quando submissos tomamos a nossa cruz e a colocomos sobre os ombros, e a recebemos com as boas-vindas de um espírito paciente, dócil e conformado.
Ele Se aproxima, para fazer amadurecer a nossa sabedoria, aprofundar a nossa paz, aumentar a nossa coragem, para dilatar nossa capacidade de sermos úteis aos outros, e isto através da própria experiência que se faz tão pesada e angustiante. E então como estava escrito no sinete de um heróico prisioneiro: "Eu cresco sob a carga" (Alexander Smellie). "Aceitemos nossa cruz como um bordão, não como um tropeço".
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