terça-feira, 6 de outubro de 2026

Palavra para o seu coração


Rasguem o coração, e não as vestes. Voltem-se para o SENHOR, para o seu Deus, pois ele é misericordioso e compassivo, muito paciente e cheio de amor; arrepende-se, e não envia a desgraça.

 

                                         Joel 2.13

 

Respondeu o homem: Senhor, deixe-a por mais um ano, e eu cavarei ao redor dela e a adubarei. Se der fruto no ano que vem, muito bem! Se não, corte-a.

 

                                         Lucas 13.8,9

segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Perfeita adoração

 

Caim trouxe do fruto da terra uma oferta ao SENHOR.


                                     Gênesis 4.3


Sem dúvida alguma ir à igreja e cultuar a Deus é uma idéia brilhante e logicamente muito boa. Sim, pois é salutar investirmos um tempo para dizer obrigado a Deus, por tantas bênçãos recebidas.

Mas, nem nos ocorre que dependendo do modo que cultuamos a Deus pode se tornar algo muito perigoso e até fatal. Em Gênesis 4.1-16 encontramos uma história que ilustra essa realidade. Caim e Abel decidiram prestar um culto a Deus;  porém Caim ofereceu um culto inadequado, e Deus rejeitou a oferta trazida por ele. Diante disso, Caim foi tomado de inveja e acabou matando seu irmão Abel.

Assim, o primeiro assassinato da história iniciou-se num culto! Se bem atentarmos, vemos que Caim ofereceu "qualquer coisa" para Deus, enquanto Abel escolheu o melhor. A displicente atitude de Caim foi o início de uma queda livre na direção do pecado e da morte. Desprezando e negligenciando a Deus, ele O considerou alguém comum e trouxe-Lhe uma oferta comum. Depois, dominado pela inveja, atacou e matou seu irmão. E apesar da insistente graça divina que buscou Caim tantas vezes, sua atitude foi sempre de justiça própria e de rebelião. E desse modo, Caim torna-se o exemplo e o retrato de quão terrível é a falsa religiosidade.

E se bem observarmos a história de Caim, vemos que os piores problemas da sua vida começaram muito pequenos, por isso, precisamos ter muito cuidado. Então, clamemos a Deus para que nos sonde e nos livre de erro tão fatal; pois quem crê em Deus e aceita a Sua inerrante Palavra, deve prestar-Lhe perfeita adoração.



Palavra para o seu coração

 

Como um pássaro escapamos da armadilha do caçador; a armadilha foi quebrada, e nós escapamos.

 

                                       Salmos 124.7

 

Que vieram para ouvi-lo e serem curadas de suas doenças. Os que eram perturbados por espíritos imundos ficaram curados,

 

                                       Lucas 6.18

domingo, 4 de outubro de 2026

Doce reconciliação

 

Para quem tem fome até o amargo é doce.


                                    Provérbios 27.7


"Não terá outros deuses diante de mim... "(Êxodo 20.3).

"Ouça, meu povo, as minhas advertências; se tão-somente você me escutasse, ó Israel! Não tenha deus estrangeiro no seu meio; não se incline perante nenhum deus estranho. Eu sou o SENHOR, o seu Deus, que o tirei da terra do Egito" (Salmos 81.8-10a).

Apesar dos muitos avisos, advertências e alertas, Israel abusou dos seus privilégios e rejeitou a voz dos profetas, vivendo em flagrante desobediência a fim de se parecer com os outros povos.

De Deus não se zomba, quando Seu povo desobedece, não é isento das consequências só por ter o privilégio desse nome. Então, para ensiná-los as consequências da rebelde idolatria, Deus permitiu que a Babilônia os levasse cativos por 70 anos.

Ao lermos Salmos 81.8-16 vemos o lamento de Deus, entristecido com a teimosia do Seu povo, e como o Seu intento era abençoá-los com as Suas ricas dádivas: "Mas eu sustentaria Israel com o melhor trigo, e com o mel da rocha eu o satisfaria" (Salmos 81.16).

Os duros anos no exílio imprimiu no povo um profundo desejo de voltar à sua terra, e milhares retornaram, mas com o aviso: "...o SENHOR promete paz ao seu povo, aos seus fiéis, desde que eles não voltem à insensatez"! (Salmos 85.8). Sua loucura foi a recusa em ouvir atentamente a Palavra de Deus, mas depois do sofrimento do exílio, já com fome de Deus, sua nova atitude era como o mel saído da pedra dura das lembranças do cativeiro.

E assim como diz o versículo em destaque, o amargo tornou-se em doçura, porque despertou neles a carência e a necessidade de satisfazer a fome de Deus. Como vemos também em Lucas 15, quando o filho pródigo retornou a seu lar, tudo que antes repudiara agora tinha valor aos seus olhos.

Fato é que podemos nos transformar pela mudança de atitude, se permitirmos que as amarguras da nossa vida nos levem de volta a Deus, certamente brotará doçura dessa nova vida. Sim, pois a reconciliação com Deus torna doce até mesmo a nossa amargura.



Palavra para o seu coração

 

Quando os meus inimigos contigo se defrontam, tropeçam e são destruídos.

 

                                    Salmos 9.3

 

Alegrem-se sempre no SENHOR. Novamente direi: alegrem-se!

 

                                     Filipenses 4.4

sábado, 3 de outubro de 2026

Sempre conosco


Estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos.


                                      Mateus 28.20b


Ao lermos Josué 1.1-9, podemos imaginar como deve ter pesado sobre Josué, a difícil missão de ser o sucessor do grande líder Moisés e ter de liderar os israelitas.

No entanto, podemos observar que Deus não tinha a intenção de impor a Josué um fardo maior do que ele poderia suportar, mesmo sendo encarregado de estar à frente do povo, Deus estaria à frente dele para dar- lhe a coragem e ânimo necessários.

Sem dúvida alguma é dessa maneira que Deus age em nossa vida. Sim, em todas as áreas de nossa vida em nossos encargos, pressões que sofremos, tarefas e responsabilidades, principalmente aquelas que para nós parecem impossíveis de realizar, por serem maiores do que a nossa capacidade de desempenho. Convém lembrar o que Deus prometeu a Josué – por mais difícil que sejam as nossas incumbências, Josué pôde contar com um Deus que prometeu sempre estar por perto para fortalecer e encorajar.

O SENHOR Jesus Cristo também passou para os Seus seguidores a grande responsabilidade de fazer discípulos pelo mundo (Mateus 28.19). E também prometeu que nunca os deixaria sozinhos, mas estaria com eles para sempre! E assim, não importa quais sejam as responsabilidades e os encargos que recebamos em nossa vida: Deus nunca nos deixará sozinhos, sempre estará à nossa frente, encorajando e mostrando que com Ele tudo se pode enfrentar. Lembrando-nos que Deus só não estará conosco se nos afastarmos e fugirmos Dele, jamais invadirá a nossa privacidade e ou invalidará a nossa escolha.


Palavra para o seu coração

 

Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês, diz o SENHOR, planos de fazê-los prosperar e não de lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro.

 

                                      Jeremias 29.11

 

De que a própria natureza criada será libertada da escravidão da decadência em que se encontra para a gloriosa liberdade dos filhos de Deus.

 

                                      Romanos 8.21