sábado, 18 de outubro de 2014

Conhecendo a vontade de Deus através das Escrituras

Quando amamos alguém temos prazer em agradar, nos interessamos por tudo que envolve tal pessoa, sentimos desejo de conhecer e saber das alegrias, sonhos, objetivos, tristezas, enfim tudo sobre o ser que é alvo de nosso amor e certamente com o SENHOR nosso Deus não pode ser diferente, pelo contrário, nossa dedicação e prioridade deve ser agradá-lo, cuidar dos interesses Dele e fazer com que ELE encontre graça em nós e tenha um bom testemunho a nosso respeito este deve ser nosso maior objetivo.
A melhor maneira de se estudar um assunto normalmente começa pela definição do tema.
O que entendemos por vontade de Deus?
É o firme e declarado propósito do Pai de fazer com que seus filhos queridos sejam o mais parecidos possível com Cristo:
“..até que todos alcancemos a unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, e cheguemos à maturidade, atingindo a medida da plenitude de Cristo” (Efésios 4.13).
Sem dúvida, o mais importante fator na busca da vontade de Deus é a própria Bíblia. Normalmente, Deus não fala conosco através de voz audível, embora nada o impede de fazê-lo, mas sim através das Escrituras.
1) As Escrituras declaram que Deus tem um propósito definido para cada um de nós:
“E a cada um de nós foi concedida a graça, conforme a medida repartida por Cristo...E ele designou alguns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas, e outros para pastores e mestres, com o fim de preparar os santos para a obra do ministério, para que o corpo de Cristo seja edificado,” (Efésios 4.7,11-12)
“Os passos de um homem bom são confirmados pelo SENHOR, e deleita-se no seu caminho” (Salmos 37.23)
“Instruir-te-ei, e ensinar-te-ei o caminho que deves seguir” (Salmos 32.8)
“Porque somos criação de Deus realizada em Cristo Jesus para fazermos boas obras, as quais Deus preparou de antemão para que nós as praticássemos” (Efésios 2.10).
 “Portanto, também nós, uma vez que estamos rodeados por tão grande nuvem de testemunhas, livremo-nos de tudo o que nos atrapalha e do pecado que nos envolve, e corramos com perseverança a corrida que nos é proposta,” (Hebreus 12.1).
2) Deus quer que saibamos qual é a sua vontade para a nossa vida:
“Por isso não sejais insensatos, mas entendei qual seja a vontade do SENHOR” (Efésios 5.17)
“Esse mistério não foi dado a conhecer aos homens doutras gerações, mas agora foi revelado pelo Espírito aos santos apóstolos e profetas de Deus,...Embora eu seja o menor dos menores dentre todos os santos, foi-me concedida esta graça de anunciar aos gentios as insondáveis riquezas de Cristo” (Efésios 3.5,8)
“...com as suas gloriosas riquezas, ele os fortaleça no íntimo do seu ser com poder, por meio do seu Espírito, para que Cristo habite em seus corações mediante a fé; e oro para que vocês, arraigados e alicerçados em amor, possam, juntamente com todos os santos, compreender a largura, o comprimento, a altura e a profundidade, e conhecer o amor de Cristo que excede todo conhecimento, para que vocês sejam cheios de toda a plenitude de Deus” (Efésios 3.16-19).
3) Esta vontade é contínua, nosso Criador é eterno não houve um tempo em que Ele não houvesse, é imutável não há sombra de mutação Nele. Então, Deus tem planos para crianças, jovens, adultos e idosos:
“O Senhor o guiará constantemente; satisfará os seus desejos numa terra ressequida pelo sol e fortalecerá os seus ossos. Você será como um jardim bem regado, como uma fonte cujas águas nunca faltam.
Seu povo reconstruirá as velhas ruínas e restaurará os alicerces antigos; você será chamado reparador de muros, restaurador de ruas e moradias” (Isaías 58.11-12).
4) A vontade de Deus é específica:
“E os teus ouvidos ouvirão a Palavra do que está por detrás de ti, dizendo: este é o caminho, andai nele, sem vos desviardes nem para a direita nem para a esquerda” (Isaías 30.21).
“Mas a vereda dos retos é bem aplanada” (Provérbios 15.19).
5) A vontade de Deus é proveitosa:
“Não deixe de falar as palavras deste Livro da Lei e de meditar nelas de dia e de noite, para que você cumpra fielmente tudo o que nele está escrito. Só então os seus caminhos prosperarão e você será bem sucedido” (Josué 1.8).
“Como é feliz aquele que não segue o conselho dos ímpios, não imita a conduta dos pecadores, nem se assenta na roda dos zombadores! Ao contrário, sua satisfação está na lei do Senhor, e nessa lei medita dia e noite. É como árvore plantada à beira de águas correntes: Dá fruto no tempo certo e suas folhas não murcham. Tudo o que ele faz prospera!”(Salmos 1.1-3).
A vontade de Deus é subjetiva para cada um, mas há aquela que se aplica a todo seu povo de forma geral:
a)  Que aprendamos mais sobre Deus:
“Por essa razão, desde o dia em que o ouvimos, não deixamos de orar por vocês e de pedir que sejam cheios do pleno conhecimento da vontade de Deus, com toda a sabedoria e entendimento espiritual” (Colossenses 1.9).
b) Que cresçamos na graça:
"Pois vocês conhecem os mandamentos que lhes demos pela autoridade do Senhor Jesus. A vontade de Deus é que vocês sejam santificados: abstenham-se da imoralidade sexual. Cada um saiba controlar o próprio corpo de maneira santa e honrosa,"(1 Tessalonicenses 4.2-4).
c)  Que estudemos a sua Palavra:
“Quanto a você, porém, permaneça nas coisas que aprendeu e das quais tem convicção, pois você sabe de quem o aprendeu. Porque desde criança você conhece as sagradas letras, que são capazes de torná-lo sábio para a salvação mediante a fé em Cristo Jesus. Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça, para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda boa obra “(2 Timóteo 3.14-17).
       d) Que compartilhemos nossa fé:
“Mas receberão poder quando o Espírito Santo descer sobre vocês, e serão minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judéia e Samaria, e até os confins da terra" (Atos 1.8).
“Isso é bom e agradável perante Deus, nosso Salvador,que deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade” (1 Timóteo 2.3-4).

“O Senhor não demora em cumprir a sua promessa, como julgam alguns. Pelo contrário, ele é paciente com vocês, não querendo que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento” (2 Pedro 3.9).

Palavra para o seu coração

Por isso eu lhe darei uma porção entre os grandes, e ele dividirá os despojos com os fortes, porquanto ele derramou sua vida até à morte, e foi contado entre os transgressores. Pois ele carregou o pecado de muitos, e intercedeu pelos transgressores. 

Isaías 53.12
Pois Deus não nos deu espírito de covardia, mas de poder, de amor e de equilíbrio.
2 Timóteo 1.7 

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Celebração e comunhão com Deus por meio do dízimo

Vocês não poderão comer em suas próprias cidades o dízimo do cereal, do vinho novo e do azeite, nem a primeira cria dos rebanhos, nem o que, em voto, tiverem prometido, nem as suas ofertas voluntárias ou dádivas especiais. Ao invés disso, vocês os comerão na presença do SENHOR, o seu Deus, no local que o SENHOR, o seu Deus, escolher; vocês, os seus filhos e filhas, os seus servos e servas, e os levitas das suas cidades. Alegrem-se perante o SENHOR, o seu Deus, em tudo o que fizerem.
                   
                     Deuteronômio 12.17,18

A entrega do dízimo era ocasião de grande JÚBILO e CELEBRAÇÃO na presença de Deus. Os filhos de Israel eram instruídos a preparar uma festa com o dízimo que tinham de levar à Casa de Deus e celebrá-la com uma refeição diante do Senhor (Deuteronômio 14.22,23).
Não podiam fazê-lo dentro da cidade: tinham de levá-lo à Casa de Deus, e ali a família reunida devia comê-lo na PRESENÇA DO SENHOR.
Se a Casa de Deus fosse muito distante ou se o dízimo fosse grande demais para ser transportado, então era trocado por prata e levado ao lugar da adoração.
Lá os israelitas compravam carne e bebida, preparavam uma festa e comiam na presença do Senhor.
Esta era a instrução de Moisés: "Com prata comprem o que quiserem: bois, ovelhas, vinho ou outra bebida fermentada, ou qualquer outra coisa que desejarem. Então juntamente com suas famílias comam e alegrem-se ali, na presença do SENHOR, o seu Deus" (Deuteronômio 14.26).
Deus desejava que a entrega do dízimo fosse um momento de COMUNHÃO entre Ele e o povo, em que juntos FESTEJASSEM a abundância das bênçãos de Deus. Quando apresentavam o dízimo, que com justiça pertencia ao Senhor, os israelitas celebravam e se alegravam diante de Deus.
Observamos que, ao apresentarmos o nosso dízimo, estabelecemos um relacionamento com Deus, no qual honramos o El-Elyon — a nossa Fonte. Ele, por sua vez, nos reconhecerá como filhos e cumprirá suas promessas de bênção e prosperidade sobre nós.
A entrega do dízimo, portanto, deve ser um momento de ALEGRIA e de CELEBRAÇÃO na presença de Deus. Deus quer que seja um ato de COMUNHÃO, no qual FESTEJEMOS a abundância das bênçãos derramadas sobre nós, nossa família e sobre tudo o que por liberalidade e misericórdia Dele possuímos.

Devolvamos então o dízimo com um coração amoroso, com louvor e ação de graças por tudo que Deus nos deu, não porque Ele está exigindo, mas porque é o meio pelo qual alcançaremos as bênçãos financeiras, podemos sim nutrir expectativas de vitória quando cumprimos as ordenanças do SENHOR. Depois é só esperar que as cadeias que prendem nossas finanças sejam quebradas e experimentar a provisão divina em nossa vida, nosso Deus é fiel em todas suas promessas.

Palavra para o seu coração

Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou seu Filho como propiciação pelos nossos pecados.

 João 4.10

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Fidelidade a Deus para obter sua total provisão

Mas procurarão o local que o SENHOR, o seu Deus, escolher dentre todas as tribos para ali pôr o seu Nome e a sua habitação. Para lá vocês deverão ir e levar holocaustos e sacrifícios, dízimos e dádivas especiais, o que em voto tiverem prometido, as suas ofertas voluntárias e a primeira cria de todos os rebanhos.
Ali, na presença do Senhor, o seu Deus, vocês e suas famílias comerão e se alegrarão com tudo o que tiverem feito, pois o SENHOR, o seu Deus, os terá abençoado.
Vocês não agirão como estamos agindo aqui, cada um fazendo o que bem entende, pois ainda não chegaram ao lugar de descanso e à herança que o SENHOR, o seu Deus, lhes está dando.

                         Deuteronômio 12.5-9

PROSPERIDADE, BENÇÃO E ABUNDÂNCIA faziam parte da aliança entre Deus e Israel. Entretanto, o cumprimento dessas promessas baseava-se em uma única coisa: que os israelitas guardassem a aliança com Deus pela fidelidade e obediência a todos os mandamentos.
A conquista das prometidas bênçãos de Deus é pela fidelidade — só estreitarmos nosso relacionamento com Ele, vivermos em obediência e alinharmos a nossa vida com a Palavra; tudo que necessitamos está em Suas Mãos, nada ocorre sem o Seu querer, se nos agradarmos Dele, certamente todos os nossos sonhos serão satisfeitos.
Muitos cristãos pensam que podem levar uma vida cristã, seguindo os desejos carnais, um pé no mundo outro na igreja, e ainda assim experimentar as promessas de Deus.
A verdade é que jamais nos apossaremos das promessas de Deus; a menos que mantivermos um forte e íntimo relacionamento com Cristo. Jesus disse: "Se vocês permanecerem em mim, e as minhas palavras permanecerem em vocês, pedirão o que quiserem, e lhes será concedido" (João 15.7). Só quando permanecemos em Cristo e Sua Palavra em nós, transformando e renovando a nossa mente, é que podemos pedir o que quisermos, e nos será concedido! Só vivendo em comunhão contínua com Cristo e sendo fiel a Ele seremos capazes de receber as bênçãos de Deus.
Moisés disse aos israelitas que não haveria pobres em Israel porque as bênçãos de Deus estariam sobre eles — SE ouvissem a Deus e obedecessem fielmente aos mandamentos que Ele lhes dera (Deuteronômio 15.4,5).
Deus prometeu “abençoá-los e multiplicá-los mais que a todas as nações, remover TODAS AS ENFERMIDADES do meio deles”  (Deuteronômio 7.13-15); “expulsar todas as nações de diante deles, Todo lugar onde vocês puserem os pés será de vocês”  (Deuteronômio 11.23-24).
Todas essas bênçãos, e muito mais, Deus prometeu derramar sobre o seu povo, se fossem fieis a Ele e guardassem os seus mandamentos. A fidelidade era a chave para andar sob a provisão sobrenatural, porém se Israel não fosse fiel, viveria debaixo de maldição, como Deus advertiu.
Uma parte importante da aliança eram as ofertas, que deviam ser oferecidas de acordo com as instruções de Deus. No deserto, o Senhor entregou-lhes mandamentos relativos aos vários tipos de ofertas, explicando como e onde oferecê-los.
Os israelitas não podiam contribuir como bem quisessem. Deus disse que ia escolher um lugar onde colocaria o seu Nome e ali faria a sua habitação. Ali os encontraria, e eles levariam até Ele o dízimo e as ofertas. Por meio dos sacrifícios e das ofertas, eles poderiam aproximar-se de Deus e ter comunhão com Ele.
ELE disse: "Então, para o lugar que o SENHOR, o seu Deus, escolher como habitação do seu Nome, vocês levarão tudo o que eu lhes ordenar: holocaustos e sacrifícios, dízimos e dádivas especiais e tudo o que tiverem prometido em voto ao SENHOR" (Deuteronômio 12.11).
A apresentação do dízimo e das ofertas não era para ser uma ocasião solene, mas um tempo de grande júbilo diante do Senhor com a família, os servos e todos os parentes!
No local que escolheu para fazer a sua habitação, Deus ordenou aos israelitas que edificassem um altar para oferecer os sacrifícios. Foi nesse altar santo que o SENHOR se encontrou com eles e recebeu o dízimo e as ofertas. O altar era o local de sacrifício, onde Deus escolheu para se encontrar com o seu povo.
Nesse lugar, Ele falava, e o seu propósito e os seus planos eram recebidos com compromisso, com temor, tremor e seriedade.
Quando levamos o dízimo e as ofertas ao altar, esse deve ser um momento de comunhão e de amizade, pois entramos na presença de Deus e o adoramos. Deve ser um momento de grande júbilo e gratidão pela abundância que Ele nos proporciona.
O povo de Israel não tinha uma fórmula para suprir as próprias necessidades, eles mantinham um relacionamento estreito com o Deus Todo-Poderoso!
Nesse relacionamento, não ocorria absolutamente medo da necessidade ou qualquer insegurança. Enquanto os israelitas mantivessem fiéis e obedientes a Deus na contribuição e na guarda dos mandamentos, Deus faria exatamente o que havia prometido, eles sabiam disso, CRIAM e AGIAM com base na promessa de Deus.
Não havia medo do fracasso na colheita, ou da seca, ou escassez, ou fome. Não viviam com medo, mas se alegravam diante de Deus pela abundante provisão, pelo cuidado e zelo Dele.

Esse é o relacionamento que Deus deseja que tenhamos com Ele, que o adoremos com o dízimo e com nossas ofertas, confiando plenamente e nos entregando aos seus ternos cuidados de Pai e Provedor.

Palavra para o seu coração

No dia em que eu vos purificar de todas as vossas iniqüidades, então, farei que sejam habitadas as cidades e sejam edificados os lugares desertos.
 Então, as nações que tiverem restado ao redor de vós saberão que eu, o SENHOR, reedifiquei as cidades destruídas e replantei o que estava abandonado. Eu, o SENHOR, o disse e o farei.
 Assim diz o SENHOR Deus: Ainda nisto permitirei que seja eu solicitado pela casa de Israel: que lhe multiplique eu os homens como um rebanho.


Ezequiel 36.33,36-37

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Como estão nossas vestes?

“Mas revesti-vos do SENHOR Jesus Cristo e não tenhais cuidado da carne em suas concupiscências” (Romanos 13.14).
“Porque todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus; porque todos quantos fostes batizados em Cristo já vos revestistes de Cristo” (Gálatas 3.26,27).

Moisés forneceu instruções sobre as vestimentas sacerdotais e outros fatores pertinentes ao Tabernáculo.
Há pessoas que acreditam que a aparência exterior determina a qualidade interior. Com Deus é o contrário: a aparência exterior deve refletir a realidade interior. As vestimentas sacerdotais refletiam o caráter santo dos sacerdotes, uma vez que estavam em comunhão com um Deus santo. Estas roupas nada tem a ver com vestidos, jeans e ternos.
A preocupação de Deus é com a nossa vestimenta espiritual. Ele oferece um manto celestial para cobrir nossa nudez, que é exclusividade Dele apenas o céu pode ver e fornecer. Ouça as palavras inspiradas de Isaías:
“Regozijar-me-ei muito no SENHOR, a minha alma se alegra no meu Deus, porque me vestiu de vestes de salvação, me cobriu com o manto de justiça, como um noivo que se adorna com atavios e como noiva que se enfeita com as suas jóias” (Isaías 61.10).
Lembra das palavras do pai quando o filho pródigo retornou? Ele quis que o filho tivesse sandálias novas, um anel novo e roupas novas:
“Trazei depressa a melhor roupa, e vesti-lo, e ponde-lhe um anel na mão e sandálias nos pés” (Lucas 15.22).

Nenhum de seus filhos deveria ser visto maltrapilho, o pai quis que o filho tivesse a melhor roupa possível. Nosso Pai quer que tenhamos o mesmo, a melhor roupa não pela marca de lojas, costureiros, modistas ou magazines, mas a cobertura espiritual que Ele nos concedeu ao entregar sua própria vida, como legado e herança, autoridade e poder de pertencer e sermos membros de Sua Realeza Divina.