Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, buscar a minha face e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e curarei a sua terra.
De hoje em diante os meus olhos estarão abertos e os meus ouvidos atentos às orações feitas neste lugar.
Escolhi e consagrei este templo para que o meu nome esteja nele para sempre. Meus olhos e meu coração nele sempre estarão.
2 Crônicas 7:14-16
terça-feira, 26 de agosto de 2014
domingo, 24 de agosto de 2014
Porta-Voz
A palavra
hebraica traduzida como “profeta” tem o significado de “porta-voz”. O porta-voz
é a pessoa que fala em nome de outra. O trabalho de um chefe de gabinete ou
relações públicas de um presidente é dizer exatamente o que o presidente diria,
externar seus pensamentos e convicções.
Algumas vezes, as palavras de Deus proferidas por
seus profetas eram ditas para instruir Israel a viver corretamente. Em outros
momentos, os profetas traziam palavras de encorajamento ou, se necessário,
julgamento. É comum vermos que Deus usou seus profetas para revelar o futuro.
Moisés, o maior dos profetas o Antigo Testamento (Deuteronômio 34.10), atuou
como profeta em todos estes aspectos.
Moisés é conhecido por ter recebido a lei no monte
Sinai. Grandes porções dos livros de Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio
contem detalhes da lei, usada para instruir e guiar Israel no correto modo de
viver. Moisés comunicou estas verdades ao povo de Israel depois de recebê-la
diretamente de Deus, pois... “E falava o SENHOR a Moisés face a face, como
qualquer fala com o seu amigo” (Êxodo 33.11).
Durante a jornada de quarenta anos do Egito aos
limites da Terra Prometida, os israelitas precisaram, em certos momentos, de
encorajamento, em outros, de repreensão. Como profeta, Moisés trouxe a palavra
de Deus apropriada para cada situação. Quando Israel se recusava a obedecer a
Deus, Moisés falava duramente: “Neste deserto cairão os vossos cadáveres...os
que dentre vós contra mim murmurastes” (Números 14.29). Mas quando estava ali,
entre Jericó e o Jordão, na véspera da entrada em Canaã, o povo precisava de
encorajamento: “Esforçai-vos, e animai-vos; não temais, nem vos espanteis
diante deles; porque o SENHOR teu Deus é o que vai contigo; não te deixará nem
te desamparará” (Deuteronômio 31.6). Esta função também foi compreendida por
Oséias: “Mas o SENHOR por meio de um profeta fez subir a Israel do Egito, e por
um profeta foi ele guardado” (Oséias 12.13).
Deus também revelou o futuro através de Moisés. Quando
ele ainda era um pastor de ovelhas em Midiã, Deus prometeu que ele libertaria
Israel da escravidão no Egito (Êxodo 3.7-10). No final da peregrinação no
deserto, cada uma das tribos recebeu uma bênção especial, detalhando seu futuro
na Terra Prometida (Deuteronômio 33). Moisés também falou do futuro distante,
predizendo o exílio e a restauração de Israel (Deuteronômio 29.10-30.10). O
mais importante de tudo foi a predição messiânica de Moisés, na qual ele diz
que um profeta muito superior a ele um dia se levantaria em Israel
(Deuteronômio 18.15-19). Como autor dos primeiros cinco livros da Bíblia, Moisés
também registrou as profecias de um Messias que viria feitas por Jacó (Gênesis
49.10), por Balaão (Números 24.17) e pelo próprio Deus (Gênesis 3.15).
Além de ser o porta-voz de Deus, Moisés falou a
Deus em favor de Israel. Assim como Jeremias, Moisés pediu por seu povo,
visando aplacar a ira de Deus (Números 14.10-25).
Moisés, o profeta de Deus por excelência, foi um
modelo de fidelidade (Números 12.6-8; Hebreus 3.2). Mais do que qualquer outra
pessoa além de Jesus (evidentemente), Moisés mostrou o que podia fazer um indivíduo em total
sintonia e submissão a Deus.
Vida no Sangue
Pois a vida da carne está no sangue, e eu o dei a vocês para
fazerem propiciação por si mesmos no altar; é o sangue que faz propiciação pela
vida.
Levítico
17.11
Por meio do sangue de Jesus, TODAS as promessas da aliança
com Deus tornaram-se efetivas. As promessas da aliança não dependem de termos
ou de uma fé extraordinária para crer que serão cumpridas, elas são verdadeiras
e tão poderosas hoje quanto no dia em que Deus as chamou à existência. Elas dependem do
poder do sangue que Jesus derramou por nós. Dependem do sacrifício perfeito de
uma vida caracterizada por obediência total a Deus.
Muitos cristãos hoje não desfrutam as bênçãos da aliança
porque creem ser necessário ter uma fé enorme para receber cura, prosperidade
ou ajuda financeira — enfim, para participar de todas as riquezas que
Deus nos preparou. Como resultado, passam a maior parte do tempo lutando para
alcançar uma fé que lhes permita receber o que necessitam.
As promessas da aliança com Deus não dependem de nós, mas da
fidelidade de Deus e do poder do sangue de Jesus. Para compreender plenamente a
eficácia da aliança, devemos primeiramente entender o significado do poder do
sangue que a selou e tornou efetivas essas promessas.
A aliança eterna que Deus estabeleceu com o ser humano não é
um acordo comum. É a mais intima e sagrada forma de pacto que existe: a aliança
de sangue.
No mundo antigo, duas pessoas firmavam uma aliança para se
tornarem "amigos de aliança", compartilhando o mesmo sangue.
Existe vida no sangue. Deus disse a Moisés: "A vida da
carne está no sangue, e eu o dei a vocês para fazerem propiciação por si mesmos
no altar; é o sangue
que faz propiciação pela
vida" (Levítico 17.11).
Pelo sangue flui a vida. Ele leva alimento e oxigênio às
várias partes do corpo. O sangue circula em média, duas vezes por minuto no
corpo humano, nenhuma
parte do organismo humano sobrevive sem ser irrigado por ele.
A maioria dos adultos possui de cinco a sete litros de sangue
no corpo. Cada milímetro cúbico de sangue, do tamanho de uma cabeça de
alfinete, contém
aproximadamente 5,5 milhões de
células vivas. Essas células vivem entre 110 e 120 dias. Para se reabastecer de
células, o corpo produz quase 2 milhões de novas células por segundo!
O sangue era sagrado para os israelitas. Quando ofereciam
sacrifícios a Deus, isso não era feito com desrespeito ou descuido pela vida. O
sangue representava a vida do animal sacrificado. Após a morte do animal, o
sangue era colocado em uma bacia.
Prestes a serem libertos da escravidão egípcia, os filhos de
Israel receberam instrução para sacrificar um cordeiro e espalhar o sangue nos
umbrais das
portas. Depois, tinham de entrar e
permanecer ali até o amanhecer. Nada os podia ferir enquanto estivessem
escondidos atrás do sangue. Os que entravam na casa não tinham autorização para
cruzar os seus limiares, porque o sangue era sagrado.
Entre as leis que Deus entregou a Israel, havia esta:
"Vocês não poderão comer o sangue de nenhum animal, porque a vida de toda
carne é o seu sangue. Todo aquele
que o comer será eliminado" (Levítico 17.14 TAB).
Como o sangue é a própria vida, dar o sangue era a mesma
coisa que dar a vida. Receber o sangue de alguém significava receber a vida
dele. Quando duas pessoas faziam uma aliança desse tipo, o sangue que se
misturava era símbolo da união da vida de ambos. O sangue representava um
compromisso até a morte e selava a aliança, significando que ela jamais seria
quebrada.
A aliança de sangue que Deus firmou com Abraão foi selada e
posta em prática por meio do sangue. Depois de apresentar sobre o altar os
holocaustos e as ofertas de paz, Moisés derramou metade do sangue sobre o
altar. Isso foi feito para expiação — a purificação dos pecados do povo. Israel
pecava. Não estava firmando aliança com o Deus santo e justo por justiça
própria, e sim por causa da fidelidade de Deus ao pacto que firmara com Abraão
e pelo grande amor que tinha por eles.
Depois de ler o Livro da Aliança, que continha os termos e as
promessas da aliança, Moisés aspergiu o sangue sobre o livro e sobre o povo,
dizendo: "Este é o sangue da aliança que o SENHOR fez com vocês de acordo
com todas essas palavras" (Êxodo 24.8).
A aspersão do sangue sobre o Livro da Aliança a tornou
efetiva e com valor legal. O mesmo sangue aspergido sobre o altar foi aspergido
também sobre o
Livro da Aliança e sobre o povo, mas
antes disso o sangue foi apresentado e aceito no altar.
A aspersão do sangue sobre o povo significou a purificação
dos pecados e a sua consagração para Deus como povo santo. Deus e o povo
uniram-se pelo sangue do sacrifício.
Não foi a morte nem o corpo quebrado do animal, e sim o sangue
que purificou o povo e selou para sempre a aliança entre Deus e Israel
"Com efeito, segundo
a Lei, quase todas as coisas são
purificadas por meio do sangue, e sem derramamento de sangue não há libertação
do pecado e da culpa nem remissão do castigo merecido pelos pecados" (Hebreus
9.22 TAB).
Deus exigiu o sacrifício e a aspersão do sangue sobre o altar
porque estes falavam de um Sacrifício melhor que estava por vir. Todos os
sacrifícios sob a Antiga Aliança foram necessários para mostrar ao povo a
impossibilidade da remoção dos pecados pelo sangue de touros e de bodes. Eles
eram sombra do Sacrifício ÚNICO e perfeito - o do Messias, o Redentor que havia
de vir.
No tempo designado por Deus, a Nova Aliança foi estabelecida
e selada, não com sangue de animais, mas com o sangue do Cordeiro "sem
defeito e sem mancha", puro e
sem pecado - o Filho do Deus vivo! Jesus veio à terra voluntariamente oferecer-se como
Sacrifício Perfeito, para dar o seu sangue a fim de que pudéssemos estabelecer
uma aliança com Deus e ser UM
com ELE — para herdar tudo que é Dele.
Quando Cristo veio ao mundo, Ele disse: "Sacrifício e
oferta não quiseste, mas preparaste um corpo para mim (para eu oferecer); não
te agradaste de
holocaustos e ofertas pelo pecado.
Então eu disse: Aqui estou, ó Deus, vim para fazer a tua vontade, (para
cumprir) aquilo que está escrito sobre mim no livro" (Hebreus 10.5-7 TAB).
Não foi a morte nem o corpo ferido de Jesus que selou a Nova
Aliança: foi o seu sangue. No Antigo
Testamento, a única exigência de Deus foi a obediência. O ser humano, com a sua
natureza pecaminosa, era incapaz de andar em obediência e de guardar a aliança que Deus fez com ele.
Portanto, ele perdeu a sua herança. Jesus, porém, veio e cumpriu essa
exigência. Ele tornou-se o Sacrifício perfeito pelo pecado humano porque veio à terra em forma humana e
viveu uma vida de TOTAL OBEDIÊNCIA a Deus. Jesus cumpriu a Lei!
Por essa razão, o sangue de Jesus tem poder para purificar os
nossos pecados e nos dar a vida eterna. No decorrer dos séculos, muitos deram a
vida pelos seus
amados ou pela pátria. Mas apenas
um Homem — o Filho do Deus vivo — viveu uma vida sem pecado, de total
obediência a Deus. Pela sua obediência, "tornou-se a fonte da salvação
eterna"(Hebreus 5.9). Foi a obediência de Jesus que tornou o seu sangue
aceitável de uma vez por todas, como o Sacrifício único e perfeito pelos
pecados do mundo.
Há PODER no sangue de Cristo! Alguns cristãos hoje querem
remover de suas canções todas as referências ao sangue de Jesus. Temos uma
mensagem para eles: sem o sangue de Jesus, não há perdão nem esperança — não
existe vida!
Jesus, o nosso Sumo Sacerdote, ofereceu o seu sangue no Santo
dos Santos: "Ele foi, definitivamente até o Santo dos Santos (do céu) não
pela virtude do
sangue de bodes e de novilhos, mas
pelo próprio sangue, tendo estabelecido e garantido uma redenção completa — uma libertação
eterna. Pois se (o simples) ato de espalhar em pessoas impuras e contaminadas o
sangue de bodes e de novilhos e cinzas de vitelos queimados é suficiente para a
purificação do corpo, quanto mais o sangue de Cristo, o qual por virtude do (seu)
eterno Espírito ofereceu-se como Sacrifício sem defeito a Deus, purificará a
nossa consciência das obras mortas e dos rituais sem vida, para que sirvamos ao Deus que vive (para
sempre)!” (Hebreus 9.12-14 TAB).
Jesus tornou-se o Mediador da Nova Aliança. POR MEIO DE SEU
SANGUE, firmamos uma aliança com Deus e agora somos UM com Ele. O sangue de
Jesus misturou-se com o nosso!
Pelo seu sangue, obtemos perdão e recebemos poder sobre o
pecado, tornamo-nos participantes da natureza divina, adquirimos uma herança
que jamais desaparecerá, herdamos todas as promessas da aliança com Deus!
Jesus não apenas espargiu o seu sangue sobre o Santo dos
Santos pelos nossos pecados. Ele o espargiu também sobre o "Livro da
Aliança" - as Sagradas Escrituras,
que sela e ratifica para sempre a sua aliança conosco.
TODAS as promessas da aliança foram seladas para sempre e
postas em prática pelo PODER do sangue de Jesus! Não existe absolutamente
possibilidade de falharem as promessas da aliança de Deus — ISSO É IMPOSSÍVEL!
Então, tomemos posse dessas promessas pela fé, como fez
Abraão, apropriemos delas diariamente, a fim de vermos supridas todas as nossas
necessidades.
Palavra para o seu coração
A glória desta última casa será maior do que a da
primeira, diz o SENHOR dos Exércitos, e neste lugar
darei a paz, diz o SENHOR dos Exércitos.
Ageu 2.9
primeira, diz o SENHOR dos Exércitos, e neste lugar
darei a paz, diz o SENHOR dos Exércitos.
Ageu 2.9
sábado, 23 de agosto de 2014
Altar Impuro Aborrece a Deus
Nadabe e Abiú, filhos de Arão, pegaram cada um o seu
incensário, nos quais acenderam fogo, acrescentaram incenso, e trouxeram fogo
profano perante o SENHOR, sem que tivessem sido autorizados. Então saiu fogo da
presença do SENHOR e os consumiu. Morreram perante o SENHOR. Moisés então disse
a Arão: "Foi isto que o SENHOR disse: 'Aos que de mim se aproximam santo me mostrarei; à vista de
todo o povo glorificado serei".
Arão, porém, ficou em silêncio. Então Moisés
chamou Misael e Elzafã, filhos de Uziel, tio de Arão, e lhes disse:
"Venham cá; tirem os seus primos da frente do santuário e levem-nos para
fora do acampamento". Eles foram e os puxaram pelas túnicas, para fora do
acampamento, conforme Moisés tinha ordenado.
Então Moisés disse a Arão e a seus filhos Eleazar e Itamar:
"Não andem descabelados, nem rasguem as roupas em sinal de luto, senão
vocês morrerão e a ira do SENHOR cairá sobre toda a comunidade. Mas os seus
parentes, e toda a nação de Israel, poderão chorar por aqueles que o SENHOR
destruiu pelo fogo. Não saiam da entrada da Tenda do Encontro, senão vocês
morrerão porquanto o óleo da unção do SENHOR está sobre vocês". E eles
fizeram conforme Moisés tinha ordenado.
Levítico
10.1-7
Muitos cristãos estão ofertando sobre altar impuro!
Arão e seus filhos foram designados por Deus sacerdotes para
oferecer sacrifícios sobre o altar. Entretanto, antes de assumir esse oficio, foram consagrados, ungidos e santificados (Êxodos 29). Arão, o sumo
sacerdote, usava um diadema na testa com os dizeres "Consagrado ao
SENHOR". As vestes que os sacerdotes
usavam eram santas. Eles só podiam ministrar no altar, se estivessem
usando essas vestes, senão morreriam (Êxodos 28.40-43).
Era necessário que os sacerdotes que apresentassem as ofertas
a um Deus santo fossem santos. “Serão santos ao seu Deus, e não profanarão o
nome do seu Deus. Pelo fato de apresentarem ao SENHOR as ofertas preparadas no
fogo, ofertas de alimento do seu Deus, serão santos" (Levítico 21.6).
Ao apresentar as ofertas do povo a Deus, os sacerdotes tinham
de seguir rigorosamente as instruções que Dele haviam recebido. Se
desobedecessem e fizessem de outra maneira, estariam profanando o nome santo do SENHOR e por isso morreriam.
Nadabe e Abiú, filhos de Arão, que haviam sido ungidos e
consagrados sacerdotes, um dia tentaram oferecer a Deus um sacrifício à maneira
deles, em vez de seguir
o modelo estabelecido por Deus, estavam
desrespeitando a santidade e a justiça divina. Ofereceram um sacrifício de incenso e
"trouxeram fogo estranho e profano perante o SENHOR, que Ele não lhes
havia ordenado" (Levítico 10.1 TAB).
A oferta foi recusada, considerada impura porque não foi
apresentada de acordo com a vontade divina, não glorificou nem honrou o nome do
Senhor no meio do
povo. Então fogo saiu da presença de Deus e os
matou ali mesmo.
Nadabe e Abiú foram despidos de suas vestes sacerdotais e
levados para fora do acampamento. Arão e os seus outros filhos não foram
autorizados nem mesmo a
chorar por eles.
Todos nós fomos santificados — tornados santos — pelo sangue de Jesus
Cristo. Nossos dízimos e nossas ofertas
são santos para o Senhor, e o altar sobre o qual apresentamos a Ele também deve ser santo. Não podemos
devolver a Deus nossos dízimos e ofertas de qualquer maneira, como bem desejarmos,
e esperar que Ele os aceite e nos abençoe. Ele não fará isso!
Quando chegarmos diante de Deus com os nossos dízimos e nossas
ofertas, devemos honrá-lo, oferecermos de acordo com a vontade Dele e com o que
está revelado na
Palavra. Caso contrário, a nossa
oferta será impura e rejeitada por Deus.
Há cristãos que trazem a sua oferta a Deus, pensando que são
aceitáveis quando oferecidas sobre altares impuros, desobedecem a Deus e à sua Palavra e pensam que as suas ofertas são
aceitas por Ele mesmo assim.
Se andarmos em rebelião declarada contra Deus, Ele nem sequer
nos ouvirá. O rei Davi disse: "Se eu acalentasse o pecado no coração, o
Senhor não me ouviria"(Salmos 66.18).
Se entregarmos nossos dízimos e ofertas a Deus, mas o nosso
coração não é puro nem santo, eles não serão aceitos. Se ofertarmos com
relutância ou apenas
por desejarmos obter determinadas
bênçãos de Deus — para deleite próprio, vanglória ou por puro prazer da carne — estamos
ofertando sobre altar impuro, e Ele não receberá a nossa oferta, não podemos nutrir esperança é perda de tempo.
Quando apresentarmos a Deus nossos dízimos e ofertas há de ser com
pureza de coração, de outra forma não serão aceitas. Observe:
Se alguém levar carne consagrada na
borda de suas vestes, e com ela tocar num pão, ou em algo cozido, ou em vinho,
ou em azeite ou em qualquer comida, isso ficará consagrado? ’ " Os
sacerdotes responderam: "Não".
Em seguida perguntou Ageu: "Se alguém ficar impuro por tocar num cadáver e depois tocar em alguma dessas coisas, ela ficará impura? "Sim", responderam os sacerdotes, "ficará impura".
Então disse Ageu: "É o que acontece com este povo e com esta nação", declara o Senhor. "Tudo o que fazem e tudo o que me oferecem é impuro"(Ageu 2.12-14).
Em seguida perguntou Ageu: "Se alguém ficar impuro por tocar num cadáver e depois tocar em alguma dessas coisas, ela ficará impura? "Sim", responderam os sacerdotes, "ficará impura".
Então disse Ageu: "É o que acontece com este povo e com esta nação", declara o Senhor. "Tudo o que fazem e tudo o que me oferecem é impuro"(Ageu 2.12-14).
Palavra para o seu coração
Uma coisa pedi ao Senhor, é o que procuro: que eu possa viver na casa do Senhor todos os dias da minha vida, para contemplar a bondade do Senhor e buscar sua orientação no seu templo.
Pois no dia da adversidade ele me guardará protegido em sua habitação; no seu tabernáculo me esconderá e me porá em segurança sobre um rochedo.
Salmos 27:4-5
Pois no dia da adversidade ele me guardará protegido em sua habitação; no seu tabernáculo me esconderá e me porá em segurança sobre um rochedo.
Salmos 27:4-5
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
Coração Purificado pelo Fogo do Espírito Santo
Assim Moisés e Arão entraram na Tenda do Encontro. Quando
saíram, abençoaram o povo; e a glória do Senhor apareceu a todos eles. Saiu
fogo da presença do
SENHOR e consumiu o holocausto e
as porções de gordura sobre o altar. E, quando todo o povo viu isso, gritou de
alegria e prostrou-se, rosto em terra.
Levítico
9.23,24
Ao término do Tabernáculo, o altar, os sacerdotes e todos os
seus utensílios foram consagrados a Deus. Então, Moisés convocou os israelitas
a apresentarem as suas ofertas a
Jeová. Se fizessem o que Deus lhes havia ordenado, a glória divina desceria
sobre eles. Após Arão e os sacerdotes apresentarem a oferta pelo pecado, o
holocausto e a oferta de paz, Arão levantou as mãos na direção do povo e o
ABENÇOOU.
Antes disso, eles haviam demonstrado a sua fidelidade e
obediência, entregando as suas ofertas. Só DEPOIS as bênçãos foram pronunciadas
sobre eles! Esse é o
padrão que Deus estabeleceu. Se
formos fiéis e obedientes, entregando os nossos dízimos e as nossas ofertas, as
bênçãos de Deus são liberadas para nós!
Moisés e Arão entraram no Tabernáculo e, quando saíram,
abençoaram o povo novamente.
Depois que o povo adorou a Deus com as suas ofertas, a glória
divina desceu sobre todos. Fogo saiu da presença de Deus e consumiu as ofertas.
O fogo santo do céu era sinal de que aquelas ofertas eram agradáveis a Deus e
que Ele as aceitara. Ao ver a glória de Deus, o povo gritou com grande alegria,
e todos caíram com o rosto em terra diante Dele.
Os holocaustos não são mais necessários hoje. Jesus, o
Sacrifício de Deus, foi oferecido DE UMA VEZ POR TODAS pelos nossos pecados!
Ele fez expiação pelos
pecados do mundo e restaurou a
nossa amizade com Deus. Não precisamos mais de holocaustos e sacrifícios para
entrar presença de Deus.
Por meio da oferta do próprio Cristo na cruz, agora somos
aceitos pelo Pai. Fomos feitos justos e santos diante de Deus, podemos, com
ousadia, entrar em sua presença por meio de Cristo e RECEBER TUDO QUE
NECESSITAMOS DO PAI! "Irmãos, temos plena confiança para entrar no Santo
dos Santos pelo sangue de
Jesus, por um novo e vivo caminho
que ele nos abriu por meio do véu, isto é, do seu corpo. Temos, pois, um grande
sacerdote sobre à casa de Deus. Sendo assim, aproximemo-nos de Deus com um coração sincero e com
plena convicção de fé, tendo os corações aspergidos para nos purificar de uma
consciência culpada, e tendo os nossos corpos lavados com água pura" (Hebreus
10.19-22).
Não é mais necessário que fiquemos do lado de fora, tremendo
de medo. Temos ousadia, por meio do Espírito Santo, para entrar no Santo dos
Santos, na presença do Todo-Poderoso, para nos aproximar do Pai e pedir o que
precisamos. Sabendo que temos livre acesso a Jesus Cristo, nosso Grande Sumo
Sacerdote, o apóstolo Paulo instruiu: "Aproximemo-nos de Deus com um
coração sincero e com plena convicção de fé".
O apóstolo Paulo disse também: "Assim, aproximemo-nos
sem medo e com confiança do trono da graça (...) o trono do favor imerecido de
Deus (para nós
pecadores), a fim de receber misericórdia
(pelas nossas faltas) e encontrar graça que nos ajude no momento certo de
necessidade — ajuda apropriada e oportuna,
que vem quando mais precisamos" (Hebreus 4.16 TAB).
Uma das principais maneiras de nos aproximar-mos de Deus hoje
é por meio de nossas ofertas. Depois que os israelitas obedeceram com relação às ofertas, Jeová passou a
conviver com eles! Descia no meio deles e manifestava a sua glória visível!
Fogo de Deus caia e consumia as ofertas!
Depois que a Igreja for purificada na área das finanças, que
a manipulação houver desaparecido, que as nossas motivações se tornarem puras e
que passarmos a
ofertar com liberalidade, de
acordo com a vontade divina, a glória e o poder de Deus manifestarão em nosso
meio!
Paulo disse: "Aproximemo-nos com um coração
sincero". Chegou o momento de entrar na presença do Todo-Poderoso com o
coração purificado pelo fogo do Espírito Santo. Depois que fizermos isso, temos
de ofertar a Ele algo daquilo que possuímos — com fé, crendo e esperando
receber tudo que Ele prometeu.
Quando um judeu trazia uma oferta ao Senhor, era do melhor
que ele possuía. Assim, podia deixar o altar na certeza de que as suas colheitas
não fracassariam
e de que as chuvas temporã e
serôdia cairiam em seu campo, mesmo que toda a terra estivesse seca. Nenhuma
praga de gafanhotos cruzaria os limites de sua propriedade, o granizo e o vento não afetariam a sua
produção.
Quando ofertamos a Deus com o coração sincero e com fé, o
poder divino se manifesta e nos favorece, podemos deixar o altar convictos de
que as bênçãos de Deus serão liberadas para a nossa vida e de que Ele suprirá
todas as nossas necessidades!
Muitos cristãos cortaram o fluxo das bênçãos de Deus porque
não cumpriram os seus votos. Deus considera sagradas as promessas que fazemos e
faz uma
advertência com relação a elas.
Observe:
Quando você fizer um voto, cumpra-o sem demora,
pois os tolos desagradam a Deus; cumpra o seu voto.
É melhor não fazer voto do que fazer e não cumprir.
Não permita que a sua boca o faça pecar. E não diga ao mensageiro de Deus: "O meu voto foi um engano". Por que irritar a Deus com o que você diz e deixá-lo destruir o que você realizou?
É melhor não fazer voto do que fazer e não cumprir.
Não permita que a sua boca o faça pecar. E não diga ao mensageiro de Deus: "O meu voto foi um engano". Por que irritar a Deus com o que você diz e deixá-lo destruir o que você realizou?
(Eclesiastes 5.4-6).
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