quinta-feira, 24 de julho de 2014

Palavra para o seu coração

Eu sou a videira; vós, os ramos. Quem permanecer em mim e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer.
Se alguém não permanecer em mim será lançado fora, como o ramo. Ele secará e hão de ajuntá-lo e lançá-lo ao fogo, e queimar-se-á.
Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis tudo o que quiserdes e vos será feito.
Nisto é glorificado meu Pai, para que deis muito fruto e vos torneis meus discípulos.

João 15:5-8

quarta-feira, 23 de julho de 2014

A Verdade


Isaque disse: É minha irmã, porque temia dizer: É minha mulher.
                  
                 Gênesis 26.7

Quando encontramos dificuldade para expressar a verdade, é momento de refletirmos: Deus abençoará meu engano?
Ele que abomina a mentira, se alegrará com minha estratégia apoiada na inverdade, mesmo que a finalidade seja legítima?
O SENHOR, que ama a verdade, e é a própria VERDADE, abençoará um negócio, uma transação que se baseia em falsidade?
Deus honrará a carreira de um manipulador?
Deus socorrerá um trapaceiro?
Há alguma chance Dele abençoar minha desonestidade?
A pessoa que sofrerá a perda, o dano, o prejuízo que tenciono ocasionar, é menos filho de Deus do que eu?
Deus poderia me privilegiar em detrimento de meu irmão?
O justo juiz seria tendencioso? O criador do olho e do ouvido, deixaria de ver ou ouvir? Certamente que não.
Então antes que caiamos na cilada, façamos algumas considerações:
Somos totalmente honestos em nossos relacionamentos?
Em nossos diálogos sempre somos sinceros? Somos transparentes em nosso trabalho e escola? Somos dignos da confiança que nos depositam? Somos contribuintes honestos? Somos amigos leais?
Se não nos portamos assim, é tempo de nos concertarmos.

“Porque, se nós nos julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados. Mas, quando somos julgados, somos repreendidos pelo Senhor, para não sermos condenados com o mundo. (1 Coríntios 11:31-32)

No tempo de Deus


Então o SENHOR lhe disse: “Saiba que os seus descendentes serão estrangeiros numa terra que não lhes pertencerá. Onde também serão escravizados e oprimidos por quatrocentos anos. Mas eu castigarei a nação a quem servirão como escravos e, depois de tudo, sairão com muitos bens.”

             Gênesis 15.13-14

Deus não se agrada de que as riquezas do mundo estejam nas mãos dos ímpios. Jamais! Tudo pertence a Deus, e Ele deseja colocar nas mãos de seu povo.
Desde o princípio do relacionamento entre Abraão e Deus, este derramou as suas bênçãos e prosperidade sobre aquele, desde o momento em que Abraão começou obedecer deixando o seu país e entrando em Canaã.
O SENHOR apareceu a Abraão e prometeu que lhe daria a terra de Canaã (Gn 13.7), com todas as suas riquezas, na verdade as riquezas dos ímpios estavam sendo armazenadas para os justos!
Mais tarde, quando houve grande escassez em Canaã, e Abraão desceu ao Egito, houve uma nova grande transferência de riquezas. Conhecemos a história: Abraão disse aos egípcios que Sara era sua irmã, porque ela era muito bonita, e ele temia que o matassem e a levassem com eles. Por causa de Sara, o faraó deu muitos presentes a Abraão: ovelhas, bois, jumentos, camelos e servos (Gn 12.16). Quando o Senhor enviou as pragas sobre o faraó por causa de Sara, o soberano expulsou do Egito Abraão e Sara com muitas riquezas.
Enquanto Abraão esteve no Egito, aconteceu uma transferência de riquezas, os bens do faraó e vieram para Abraão, ao deixar o Egito, Abraão levou consigo grandes rebanhos de gado e outros animais, servos, ouro e prata. "Abraão tinha enriquecido muito, tanto em gado como em prata e ouro" (Gn 13.2).
Deus abençoou muito Abraão e Ló enquanto estiveram no Egito, ao ponto de a terra de Betel não ser suficientemente grande para eles. "Não podiam morar os dois juntos na mesma região, porque possuíam tantos bens que a terra não podia sustentá-los" (Gn 13.6).
Mais tarde, quando Ló foi levado cativo com todas as suas posses, Abraão perseguiu os quatro reis que haviam aprisionado seu sobrinho, venceu-os e voltou com os despojos de Sodoma e Gomorra. Deus concedeu vitória a Abraão sobre os reis, e ele resgatou Ló, trazendo de volta tudo quanto haviam despojado. As riquezas dos ímpios mais uma vez foram transferidas para as mãos de Abraão!
Geração após geração há transferência de riquezas para as mãos dos filhos de Israel. Deus transferiu as riquezas de Abimeleque, rei dos filisteus, para Isaque. Enquanto este morava na terra dos filisteus, Deus derramou a sua bênção sobre ele. Mesmo durante um período de escassez, Isaque semeou e colheu centuplicado em um ano!
"Isaque formou lavoura naquela terra e no mesmo ano colheu a cem por um, porque o SENHOR o abençoou. O homem enriqueceu, e a sua riqueza continuou a aumentar, até que ficou riquíssimo. Possuía tantos rebanhos e servos que os filisteus o invejavam" (Gn 26.12-14).
Deus continuou a dar prosperidade a Isaque, e ele acumulou muitas posses. Os filisteus o invejavam porque ele era o servo de um Deus vivo que faz prosperar o seu povo, dando-lhe as riquezas dos ímpios! Até que o rei Abimeleque suplicou a Isaque: "Sai de nossa terra, pois já és poderoso demais para nós" (Gn 26.16).
Deus transferiu as riquezas de Labão para Jacó (Gn 31.6-9). Jacó serviu Labão durante catorze anos em troca das filhas deste, Raquel e Lia. Ele serviu seis anos adicionais pelo gado. Labão mudou o salário de Jacó dez vezes. Mas Deus derramou as suas bênçãos e fez Jacó prosperar.
Quando Deus começou a transferir as riquezas de Labão para Jacó, não houve nada que Labão pudesse fazer para deter o processo! Quando Labão disse a Jacó que lhe pagaria somente pelo gado salpicado que aparecesse no rebanho, Deus fez todo o gado gerar filhotes salpicados. Quando Labão disse que pagaria apenas pelo gado listrado, Deus fez todos os filhotes listrados. "Assim o homem ficou extremamente rico, tornando-se dono de grandes rebanhos e de servos e servas, camelos e jumentos" (Gn 30.43).
Quando Deus ordenou a Jacó que regressasse à terra de seus pais, ele obedeceu, levando consigo grandes riquezas.
O plano de Deus sempre foi abençoar e fazer prosperar o seu povo mais do que todos os outros povos da terra. As riquezas do mundo são Dele, e é Ele quem dá ao seu povo condições de conquistá-las honestamente! (Dt 8.18).
O SENHOR é um Deus de propósito, projeto e objetividade! Quatrocentos anos antes de os filhos de Israel ficarem sob o cativeiro egípcio, Deus contou a Abraão quanto tempo eles seriam escravos e que os tiraria de lá com muitos bens, estabeleceu um tempo para a transferência das riquezas do Egito para as mãos de seu povo. Nos quatrocentos anos em que os filhos de Israel viveram sob cruel escravidão, os egípcios estavam somente armazenando as riquezas que Deus planejara dar ao seu povo. A riqueza dos ímpios estava sendo acumulada para o dia em que Deus iria transferi-la ao seu povo!
Deus não queria que o seu povo deixasse o Egito arruinado pela pobreza, planejou dar-lhe riquezas! 'Ele tirou de lá Israel, que saiu cheio de prata e ouro. Não havia em suas tribos quem fraquejasse" (Sl 105.37).
Deus não mudou, ainda quer que o seu povo tome os despojos do inimigo, através da vitória que conquistou pela sua vida, morte e ressurreição CRISTO DESPOJOU Satanás e seus principados. "Tendo despojado os poderes e as autoridades, fez deles um espetáculo público, triunfando sobre eles na cruz" (Cl 2.15). As cadeias da escravidão do inimigo foram quebradas. Fomos libertos da escravidão do pecado, da enfermidade e da pobreza!
É plano de Deus para o seu povo: que andemos em total liberdade do jugo do pecado e das doenças, prosperemos e sejamos abençoados, assim como Israel.
Acreditamos nas mentiras do inimigo durante muito tempo! Não é a vontade de Deus que o cristão viva na pobreza e seja incapaz de sustentar a família e cumprir a obra que Ele quer que realizemos entre as nações do mundo, nem que soframos sob um fardo pesado de dívidas, quer libertar-nos dessa escravidão, liberar os recursos de que precisamos para suprir as necessidades pessoais e usar-nos para financiar a evangelização de almas.
As riquezas dos pecadores são para os justos! Os ímpios do mundo as estão armazenando, no tempo que estabeleceu, Deus transferirá para as mãos do povo que Ele preparou para aquele momento da Igreja.
Livremos de todas as limitações ou idéias preconcebidas sobre as nossas finanças e sobre provisão divina, deixemos que Deus nos abra os olhos, para que conheçamos o seu plano e o seu propósito, libertando-nos da dívida e liberando prosperidade e bênçãos para a nossa vida.
Recebamos a promessa profética que Deus reservou para o Corpo de Cristo, e tomemos posse dela pela fé!

Assim como Deus quebrou as cadeias que mantinham os filhos de Israel na pobreza e transferiu as riquezas do Egito para as mãos deles, Ele nos libertará da escravidão da dívida e da pobreza e derramará fartura sobre nossa vida. 

Palavra para o seu coração

E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.

Romanos 8:28

terça-feira, 22 de julho de 2014

Pacto de sangue


Depois dessas coisas o Senhor falou a Abrão numa visão:"Não tenha medo, Abrão! Eu sou o seu escudo; grande será a sua recompensa!"
Mas Abrão perguntou: "Ó Soberano SENHOR, que me darás, se continuo sem filhos e o herdeiro do que possuo é Eliézer de Damasco?" E acrescentou: "Tu não me deste filho algum! Um servo da minha casa será o meu herdeiro!"
Então o SENHOR deu-lhe a seguinte resposta: "Seu herdeiro não será esse. Um filho gerado por você mesmo será o seu herdeiro". Levando-o para fora da tenda, disse-lhe: "Olhe para o céu e conte as estrelas, se é que pode contá-las". E prosseguiu: "Assim será a sua descendência".
Abrão creu no Senhor, e isso lhe foi creditado como justiça.
Disse-lhe ainda: "Eu sou o Senhor, que o tirei de Ur dos caldeus para dar-lhe esta terra como herança".
Perguntou-lhe Abrão: "Ó Soberano SENHOR, como posso saber que tomarei posse dela?"
Respondeu-lhe o SENHOR: "Traga-me novilha, uma cabra e um carneiro, todos com três anos de vida, e também uma rolinha e um pombinho".
Abrão trouxe todos esses animais, cortou-os ao meio e colocou cada metade em frente à outra; as aves, porém, ele não cortou. Nisso, aves de rapina começaram a descer sobre os cadáveres, mas Abrão as enxotava.
Ao pôr-do-sol, Abrão foi tomado de sono profundo, e eis que vieram sobre ele trevas densas e apavorantes. Então o Senhor lhe disse: "Saiba que os seus descendentes serão estrangeiros numa terra que não lhes pertencerá, onde também serão escravizados e oprimidos por quatrocentos anos. Mas eu castigarei a nação a quem servirão como escravos e, depois de tudo, sairão com muitos bens. Você, porém, irá em paz a seus antepassados e será sepultado em boa velhice. Na quarta geração, os seus descendentes voltarão para cá, porque a maldade dos amorreus ainda não atingiu a medida completa".
Depois que o sol se pôs e veio a escuridão, eis que um fogareiro esfumaçante, com uma tocha acesa, passou por entre os pedaços dos animais. Naquele dia o SENHOR fez a seguinte aliança com Abrão:"Aos seus descendentes dei esta terra, desde o ribeiro do Egito até o grande rio, o Eufrates: a terra dos queneus, dos quenezeus, dos cadmoneus, dos hititas, dos ferezeus, dos refains, dos amorreus, dos cananeus, dos girgaseus e dos jebuseus".

Gênesis 15.1-21


Durante o encontro aqui descrito, o SENHOR se identificou a Abrão como o seu Deus, pois queria que ele soubesse quem estava fazendo essas promessas.       
Ele creu que Deus cumpriria as promessas feitas, pediu uma confirmação adicional dessa promessa, queria algo que apoiasse a sua fé, tangível que pudesse agarrar.
Identificamos-nos com Abrão? Às vezes, recebemos as promessas de Deus e cremos nelas, mas quando o caminho se torna difícil e o inimigo tenta roubá-las, precisamos agarrar-nos em algo, bate a dúvida, o desânimo.
Para confirmar suas promessas a Abrão, Deus firmou com ele um pacto selado com sangue, enfatizando o caráter duradouro e sagrado da aliança.      
Nesse tipo de pacto, cada aliançado dispõe-se a entregar a própria vida em defesa do outro, ou seja, até a morrer no lugar do outro. O inimigo de um torna-se inimigo do outro, se um dos aliançados for conquistado pelo inimigo ou lhe declarar guerra, o outro entra na luta com ele. Suas posses tornam-se propriedade em comum. Se um deles tem algo que o outro deseja ou necessite, o dono do bem desejado obriga-se a cedê-lo ao parceiro.

A aliança de sangue era indissolúvel, só rompida pela morte. Consistia de uma declaração de direitos e deveres; um voto em que os dois aliançados prometiam guardar os termos do acordo; e havia uma maldição, caso um deles rompesse o acordo. O acordo era selado com o sacrifício de um animal.
Esse foi o tipo de aliança que Deus estabeleceu com Abrão em resposta à pergunta do patriarca que desejava ter a certeza de tomar posse da herança prometida.
Deus disse a Abrão: "Traga-me uma novilha, uma cabra e um carneiro, todos com três anos de vida, e também uma rolinha e um pombinho" (Gn 15.9).
Abrão trouxe esses animais, cortou-os ao meio e colocou cada metade em frente da outra (exceto as aves, que não cortou). Aves de rapina começaram a descer sobre os cadáveres, mas Abrão as enxotou.
Ao pôr-do-sol, Abrão caiu em um sono sobrenatural, profundo, e vieram sobre ele densas trevas. Da escuridão, Deus falou a Abrão e revelou-lhe o que aconteceria com a nação de Israel.
Enquanto Abrão meditava nas revelações, o sol se pôs, e veio a escuridão sobre ele e sobre os sacrifícios. Subitamente, as trevas da noite se iluminaram, e do meio dos sacrifícios apareceu "um fogareiro esfumaçante, com uma tocha acesa" (Gn 15.17). Era a própria presença de Deus, a glória revelada do Todo-Poderoso!
Enquanto Abrão observava o fogareiro e a tocha, o Senhor passou pelo caminho de sangue criado pelo sacrifício animal, o Todo-Poderoso desceu e caminhou pelo meio dos sacrifícios, significando que Ele acabava de estabelecer uma união sagrada com Abrão, que era agora um aliançado, estava firmado o pacto de sangue. Abrão, daquele dia em diante, tornou-se conhecido como amigo de Deus (2Cr 20.7; Tg 2.23).
Nesse relacionamento, tudo que Deus tinha passou a pertencer a Abrão, e tudo que Abrão possuía tornou-se propriedade de Deus, que se comprometeu a ficar ao lado de Abrão, contra os seus inimigos, ao estabelecer uma aliança indissolúvel.
Esse relacionamento é o mesmo que temos com Deus sob a Nova Aliança selada com o sangue de Cristo, Deus se comprometeu conosco e uniu-se a nós, tornamo-nos UM e temos tudo em comum.
Deus prometeu permanecer conosco mesmo nas horas mais difíceis: "Quando você atravessar as águas, eu estarei com você; quando você atravessar os rios, eles não o encobrirão. Quando você andar através do fogo, não se queimará; as chamas não o deixarão em brasas. Pois eu sou o SENHOR, o seu Deus, o Santo de Israel" (Is 43.2,3).

Para Refletir

Liberte os que estão sendo levados para a morte; socorra os que caminham trêmulos para a matança!
Mesmo que você diga: "Não sabíamos o que estava acontecendo! " Não o perceberia aquele que pesa os corações? Não o saberia aquele que preserva a sua vida? Não retribuirá ele a cada um segundo o seu procedimento?

Provérbios 24:11-12

Palavra para o seu coração

A recompensa da humildade e do temor do Senhor são a riqueza, a honra e a vida.

Provérbios 22:4