sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Palavra para o seu coração

E Deus viu tudo o que havia feito, e tudo havia ficado muito bom. Passaram-se a tarde e a manhã; esse foi o sexto dia.

                                      Gênesis 1.31

Tu, Senhor e Deus nosso, és digno de receber a glória, a honra e o poder, porque criaste todas as coisas, e por tua vontade elas existem e foram criadas.


                                      Apocalipse 4.11

domingo, 3 de setembro de 2017

Centralidade nos objetivos


Como o Filho do homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.

                                       Mateus 20.28

A sensatez, o equilíbrio, a centralidade nos objetivos demonstrados pelo nosso Mestre Jesus foi impressionante; Seu coração não Se deixava corromper nem entreter, Ele estava em todo tempo, comprometido com Sua vocação.
Se caminharmos e vivermos nossos dias sem meta ou propósito, nada alcançaremos, partiremos desta para melhor ou pior, sem absolutamente nada deixar; embora muitos de nós tenhamos conquistado verdadeiros paraísos terrenos... Só nos esquecemos de que este não é o nosso lar definitivo, estamos só de passagem, nosso maior investimento há de ser espiritual.
Jesus centralizava Seus esforços a um único objetivo, para isto viveu e morreu – resgatar a humanidade de seus pecados: salvar os pecadores – Ele era tão pragmático, tão simples, direto e objetivo que pôde sintetizar e definir Seu plano em apenas uma única frase:
"O Filho do homem veio buscar e salvar o que estava perdido" (Lucas 19.10).
Nada O dissuadia, nenhum outro interesse ou compromisso desviava ou chamava Sua atenção, sempre resoluto em Seu objetivo central – Seu esforço e dedicação foram tantos que soube com exatidão o momento de afirmar: "Está consumado"! (João 19.30).
Entretanto, ainda que Sua missão O consumisse em uma completa e desgastante entrega, em momento algum demonstrou ou atribuiu-lhe uma conotação repulsiva.
Ao invés disso, sempre amável, ainda encontrava tempo para cativantes reflexões, através das brilhantes parábolas voltadas para a cultura e circunstancia vivida em cada momento... Até mesmo os pequeninos Lhe demonstravam afeição, e gostavam de estar em Sua Presença – Ele saboreava cada momento vivido, encontrava beleza nos lírios, alegria no louvor e esperança em meio ao caos.
Não Lhe era deprimente passar os dias rodeado de enfermos, na companhia de leprosos, marginais andrajosos, fétidos doentes acamados... ainda assim trazia no sensível coração um espaço para analisar, ouvir e dirimir o drama singular de cada um deles.
Sim, Ele que era Deus desceu de Sua glória e aqui habitou entre nós, caminhando no pior cenário bem mais adverso e tenebroso que a companhia dos enfermos e leprosos, que foi o fétido lamaçal dos nossos pecados jogados sobre Ele; e mesmo assim após ver profundamente o interior do nosso lado avesso, ainda encontrou amor em Seu coração para atribuir a nós um inestimável valor capaz de fazê-Lo render-Se, entregar Sua própria vida para resgatar e mitigar as nossas iniquidades.
"Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e sobre si levou as nossas doenças, contudo nós o consideramos castigado por Deus, por ele atingido e afligido.
Mas ele foi transpassado por causa das nossas transgressões, foi esmagado por causa de nossas iniquidades; o castigo que nos trouxe paz estava sobre ele, e pelas suas feridas fomos curados" (Isaías 53.4,5).

Palavra para o seu coração

Responde-me, ó Senhor, responde-me, para que este povo saiba que tu, ó Senhor, és Deus, e que fazes o coração deles voltar para ti.
     
                                    1 Reis 18.37

Admiro-me de que vocês estejam abandonando tão rapidamente aquele que os chamou pela graça de Cristo, para seguirem outro evangelho que, na realidade, não é o evangelho. O que ocorre é que algumas pessoas os estão perturbando, querendo perverter o evangelho de Cristo.

                                     Gálatas 1.6,7

sábado, 2 de setembro de 2017

Fé vencedora


Quando os sacerdotes que carregam a arca do Senhor, o Soberano de toda a terra, puserem os pés no Jordão, a correnteza será represada e as águas formarão uma muralha.

                                       Josué 3.13

Varonis, intrépidos, valorosos e valentes estes levitas! A quem coube a singular tarefa de conduzir a arca na travessia do Rio Jordão, molhando os pés em suas águas. Sim, porque as águas só se dividiram após serem tocadas.
"O Jordão transborda em ambas as margens na época da colheita. Assim que os sacerdotes que carregavam a arca da aliança chegaram ao Jordão e seus pés tocaram as águas, a correnteza que descia parou de correr e formou uma muralha a grande distância, perto de uma cidade chamada Adã, nas proximidades de Zaretã; e as águas que desciam para o mar da Arabá, o mar Salgado, escoaram totalmente. E assim o povo atravessou o rio em frente de Jericó" (Josué 3.15,16).
Deus havia prometido que seria desta forma e exatamente assim O fez, a fé honra a Deus e Ele por Sua vez também a honra.
A fé visualiza a promessa e se fixa, se agarra a ela - Assim como Jacó que se agarrou ao Anjo até receber a benção. É fácil imaginar como o povo perplexo estaria observando os santos homens de Deus, avançarem rio adentro com a arca nos ombros; certamente, alguns dos expectadores devem ter murmurado entre eles a boca miúda: "Tá doido, isto não vai prestar! Eu é que não me arriscaria a tanto! Aquela arca pode rolar na correnteza a qualquer momento, junto com eles e tudo! Que loucura é essa"?!
Mas não! Com toda a segurança de quem sabe exatamente o que está fazendo, os sacerdotes pararam firmes, confiantes no meio do Jordão:
"Os sacerdotes que carregavam a arca da aliança do Senhor ficaram parados em terra seca no meio do Jordão, enquanto todo o Israel passava, até que toda a nação o atravessou também em terra seca" (Josué 3.17).
Haviam varais na arca para ser apoiada nos ombros quando transportada, não dispunha de rodas ou qualquer outro recurso, tinha que ser conduzida. Quando Deus é o arquiteto, os homens são os operários e a fé é uma ferramenta, um instrumento pelo qual Deus pode derrubar muralhas, fazer gigantes tombarem, fortalezas ruírem, aplacar o fogo das labaredas, fechar a boca de famintos leões...
É imprescindível que tenhamos essa fé madura, que intrépida prossegue avante, não se importando com as circunstâncias ou cenário adverso, confiante; deixando o cumprimento das promessas com Deus, para quando Ele entender que é o momento apropriado, ideal.
Somos apenas os serventes, estejamos sempre prontos, disponíveis para colocar os ombros debaixo da preciosa carga, resolutos, cientes de que o conteúdo transportado é a arca do Deus vivo e não confundamos e pensemos que estamos carregando uma urna mortuária de um Deus adormecido. Avante, entoemos cânticos de alegres louvores, exaltando ao SENHOR, enquanto marchamos rumo às águas.  (Thomas Champness).
Uma das principais características da Presença do Espírito Santo no meio da Igreja é a reverencia, o temor a Deus, o valor atribuído à Santa Palavra, e o espírito de ousadia – uma das qualidades mais excelentes da fé madura, que se lança à frente das grandes empreitadas para Deus e espera Dele grandes benções e realizações é a benevolente e santa ousadia.
Em nossa jornada, nossa caminhada com Deus, em se tratando de recebermos Dele o impossível aos olhos humanos, é muito mais plausível receber além do que podemos imaginar, pedir ou dimensionar; é mais simples e mais fácil nos mantermos numa esperançosa posição de ousada confiança do que nutrirmos uma insegura e cautelosa timidez.
Uma vez maduros, já experimentados na labuta, para mantermos avivada a fé, lancemos-nos ao alto mar, como sábios e confiantes marujos, e descubramos que não há limites nem impossibilidades para o agir de Deus, e que tudo é possível ao que crê.
Façamos grandes planejamentos e realizações para a Obra de Deus, dediquemos nossos talentos, dons e tempo ao SENHOR; para isso tomemos alento, a força, destreza, confiança e fé que procedem Dele, creiamos e prossigamos convictos pois só assim poderemos concretiza-las.

"Sim, coisas grandiosas fez o Senhor por nós, por isso estamos alegres. Senhor, restaura-nos, assim como enches o leito dos ribeiros no deserto" (Salmos 126.3,4).

Palavra para o seu coração

O Senhor reinará eternamente.

                                       Êxodo 15.18

Então, você é rei!, disse Pilatos. Jesus respondeu: Tu dizes que sou rei. De fato, por esta razão nasci e para isto vim ao mundo: para testemunhar da verdade. Todos os que são da verdade me ouvem.


                                        João 18.37

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Sensíveis a Sua voz


Mas, assim como é santo aquele que os chamou, sejam santos vocês também em tudo o que fizerem, pois está escrito: "Sejam santos, porque eu sou santo".

                            1 Pedro 1.15,16

Se bem observarmos, iremos constatar que desde o nosso despertar até ao momento do nosso repouso – há sempre alguém, algo ou alguma circunstancia, nos convidando, atraindo a atenção, induzindo subjetivamente; na rua, nos meios de comunicações, nos jornais, nos programas televisivos, filmes, séries, no trabalho, nos meios sociais, nos colégios, enfim, em todos os lugares... E muitas das vozes, na grande maioria das vezes, iludem e envenenam o nosso mundo, com sugestões que contrariam os princípios cristãos.
Todos nós já ouvimos muitas e variadas maneiras sutis que propõem ou promovem a sorrateira troca da integridade por qualquer banalidade sem nenhum valor:
"Nossa!!! Como você é radical!!! O que isso tem a ver?! É normal, todos fazem... Você é muito bobinho, mesmo!!!! Pensei que fosse um pouquinho mais esperto, mas percebo que me enganei. Pobre de você, tão por fora, em pleno século vinte hum, quem diria"...!
São vozes que sugerem a troca, a inversão dos nossos princípios por meras quinquilharias; é o abrir mão da piedade por emoções passageiras, vulgares, tipo a venda da primogenitura por um simples guisado de lentilhas...
Sussurram, insinuam, flertam, seduzem, apelam, cortejam, colocam armadilhas, perseguem... E uma grande maioria de nós, menos vigilantes, fatalmente acabamos por ceder aos encantos da sereia.
São vozes convincentes, que afirmam: "Vá em frente, é isso aí, e porque não? Todos agem assim, você não é melhor que ninguém, e ninguém está vendo, nem ficarão sabendo... Uma vez ou outra, o que tem? É só desta vez, vai lá"...
Elas investem ferozmente, acirradamente contra a porta da nossa mente, o inimigo sabe que o pecado inicia-se na mente, entra em nosso coração antes de praticá-lo e uma vez concebido, torna-se ação, o colocamos em prática... E vergonhosamente, somos especialistas nisso, todos gostamos de levar vantagens em tudo o que realizamos, ou nos sentimos frustrados, ludibriados, incapazes de negociar. Esquecemos que diante do SENHOR, é melhor sofrer o dano do que levar o prêmio.
"O fato de haver litígios entre vocês já significa uma completa derrota. Por que não preferem sofrer a injustiça? Por que não preferem sofrer o prejuízo?
Em vez disso vocês mesmos causam injustiças e prejuízos, e isso contra irmãos! Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus"? (1 Coríntios 6.7-9).
As vozes que nos assediam continuamente, tencionam contaminar-nos, comprometer, alvejar a nossa submissão e a nossa obediência a Deus. Ela já foi bem sucedida lá no Paraíso com Eva – nos espreita e estuda nossas fragilidades e conhece o momento ideal que estamos vulneráveis para nos atacar. Precisamos nos manter vigilantes, em todo o tempo.
Entretanto, ao contrário disso, o meigo Mestre e SENHOR Jesus, bate gentilmente, elegantemente, suavemente e nos convida a ouvi-Lo; enquanto as vozes mundanas nos incentivam a entregar-nos a suas orgias, aos seus insaciáveis e deleitáveis prazeres passageiros e fugaz – Mas o SENHOR Jesus, ao contrário, promete um banquete, uma ceia sossegada com Deus. 
A que voz ouviremos?
"Vocês foram lavados, foram santificados, foram justificados no nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito de nosso Deus.
Tudo me é permitido, mas nem tudo convém. Tudo me é permitido, mas eu não deixarei que nada domine" (1 Coríntios 6.11,12).

"Acaso não sabem que o corpo de vocês é santuário do Espírito Santo que habita em vocês, que lhes foi dado por Deus, e que vocês não são de si mesmos? Vocês foram comprados por alto preço. Portanto, glorifiquem a Deus com o corpo de vocês" (1 Coríntios 6.19,20).

Palavra para o seu coração

Eu, o Senhor, sou o seu vigia, rego-a constantemente e a protejo dia e noite para impedir que lhe façam dano.

                                       Isaías 27.3


Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor.Todo ramo que, estando em mim, não dá fruto, ele corta; e todo que dá fruto ele poda, para que dê mais fruto ainda.


                                       João 15.1,2