terça-feira, 5 de abril de 2016

Palavra para o seu coração

Ele fortalece ao cansado e dá grande vigor ao que está sem forças.
Até os jovens se cansam e ficam exaustos, e os moços tropeçam e caem; mas aqueles que esperam no Senhor renovam as suas forças. Voam bem alto como águias; correm e não ficam exaustos, andam e não se cansam.

                                       Isaías 40.29-31


Por isso não tema, pois estou com você; não tenha medo, pois sou o seu Deus. Eu o fortalecerei e o ajudarei; Eu o segurarei com a minha mão direita vitoriosa.


                                       Isaías 41.10

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Aljava Repleta

Os filhos são herança do Senhor, uma recompensa que ele dá. Como é feliz o homem cuja aljava está cheia deles! Não será humilhado quando enfrentar seus inimigos no tribunal.

                                     Salmos 127.3,5

Há muito perdemos o sentido e a alegria de uma aljava cheia! São divórcios, abuso infantil, abortos, homossexualismo legalizado e outros pecados e permissividades contra os pequeninos, que estabelecem e deixam nítida a convicção de que nossa cultura, atribue pouco ou nenhum valor à vida desses verdadeiros presentes e dádivas de Deus. São eles os responsáveis a dar continuidade ao destino da nossa Nação, são os guardiões e disseminadores dos nossos valores e legado de nossa cultura; reproduzirão exatamente aquilo que neles conseguirmos imprimir.
Gerar uma criança não faz de ninguém um pai – isto é apenas reprodução e não paternidade em si mesmo. Todo ser precisa dos pais para amá-lo, protegê-lo ensinar-lhe os primeiros passos rumo aos caminhos do SENHOR.
"Instrua a criança segundo os objetivos que você tem para ela, e mesmo com o passar dos anos não se desviará deles" (Provérbios 22.6).
Nossa função é guiarmos e conduzirmos nossos filhos nos caminhos do SENHOR, passo a passo, preceito por preceito (Isaías 28.9-10), até que isto se torne natural para eles. A maneira mais eficaz de realizar essa tarefa é através de nosso próprio exemplo, pois eles sempre reproduzirão o que absorverem de nós. Estabelecemos um padrão de justiça ou impiedade de acordo com nossa conduta diante de nossos filhos.
Atualmente nos preocupamos mais com as redes sociais do que com a nossa família, passamos mais tempo com o celular do que num diálogo franco e aberto com nossos filhos. Provavelmente muitos de nós já falamos do amor e dos planos de Deus aos nossos filhos, mas quando foi a última vez que conseguimos demonstrá-lo? Devemos criar em nosso lar um ambiente e uma atmosfera onde flui o amor de Deus, para o crescimento e fortalecimento desses presentes preciosos do Criador para nós. Hoje pode parecer trabalhoso o tempo que investiremos nesta entrega e dedicação à formação do caráter de nossos filhos, mas num breve futuro, colheremos os saudáveis frutos do que plantamos no presente.

"Como é feliz quem teme ao Senhor, quem anda em seus caminhos! ... comerá do fruto do seu trabalho, e será feliz e próspero... seus filhos serão como brotos de oliveira ao redor da sua mesa. Assim será abençoado o homem que teme ao Senhor! Que o Senhor o abençoe desde Sião, para que você veja a prosperidade de Jerusalém todos os dias da sua vida, e veja os filhos dos seus filhos. Haja paz em Israel"! (Salmos 128.1-6).

Palavra para o seu coração

Por isso, vistam toda a armadura de Deus, para que possam resistir no dia mau e permanecer inabaláveis, depois de terem feito tudo.

                                       Efésios 6.13


Agora vá, escreva isso numa tabuinha para eles, registre-o num livro, para que nos dias vindouros seja um testemunho eterno.
Diz o Soberano Senhor, o Santo de Israel: No arrependimento e no descanso está a salvação de vocês, na quietude e na confiança está o seu vigor,


                                       Isaías 30.8,15

sábado, 2 de abril de 2016

Ofertas Inaceitáveis


Assim diz o SENHOR dos Exércitos: "Faça aos sacerdotes a seguinte pergunta sobre a Lei: Se alguém levar carne consagrada na borda de suas vestes, e com elas tocar num pão, ou em algo cozido, ou em vinho, ou em azeite ou em qualquer comida, isso ficará consagrado?" Os sacerdotes responderam: "Não".
Em seguida perguntou Ageu: "Se alguém ficar impuro por tocar num cadáver e depois tocar em alguma dessas coisas, ela ficará impura"?
"Sim", responderam os sacerdotes, "ficará impura".
Ageu transmitiu esta resposta do SENHOR: "É o que acontece com este povo e com esta nação. Tudo o que fazem e tudo o que me oferecem é impuro".

                                      Ageu 2.11-14

Deus não aceitará as nossas ofertas, não importando quão generosas sejam, se as oferecermos com as mãos e corações impuros. Alguns cristãos acreditam que podem viver na carnalidade, contanto que entreguem os seus dízimos e suas ofertas. Acham que Deus receberá a sua contribuição e os abençoará que as suas ofertas e seus sacrifícios os santificarão, ainda que andem na desobediência ou tenham pecados não confessados em sua vida.
Os israelitas viviam sob um céu de bronze, pois haviam desobedecido durante a reconstrução do Templo, retendo os seus dízimos, negligenciando a Obra do SENHOR. Mas depois que Deus expôs a negligência deles para com a Casa de Deus por meio do profeta Ageu, e revelou que havia fechado os céus por causa disso, eles se arrependeram e recomeçaram a obra.
No texto em estudo, Deus fala com os israelitas novamente, dois meses após o reinício da construção, alertando-os de que tudo que eles ofereciam no altar era impuro pelo fato de eles estarem impuros.
Os sacerdotes reconheceram que a oferta de carne, que pertencia aos sacerdotes, embora fosse santa em si mesma, não poderia tornar santas as coisas que tocassem (v. 12).
Os dízimos e as ofertas, que deviam ser santos perante Deus, não santificavam o altar ou o lugar onde fossem oferecidos — e também não nos santificam, não sejamos tolos em assim pensar.
De acordo com a lei cerimonial, a pessoa considerada impura por tocar um cadáver tornava impura qualquer outra coisa que tocasse. Se estivermos impuros e com pecados não confessados em nossas vidas, as nossas ofertas e sacrifícios, serão inaceitáveis para Deus por serem impuros.
Embora eles pensassem que os sacrifícios oferecidos no altar os santificariam, desculpariam a sua negligência na edificação do Templo e, por conseguinte, removeriam a maldição que pesava sobre eles, doce ilusão... Os padrões de santificação do SENHOR estão muito mais elevados do que nossa rasa compreensão pode atingir.
Os holocaustos e sacrifícios, em vez de serem aceitos por Deus, eram-lhe detestáveis à vista. A cobiça, a autoindulgência e a desobediência dos israelitas os havia tornado impuros. Assim, eram impuros também todos os holocaustos que ofereciam, até o dia em que resolveram obedecer a Deus e recomeçar a construção do Templo.
Deus revelou que os israelitas não haviam prosperado até então porque as ofertas que apresentavam eram impuras, mas a partir daquele dia, uma vez que haviam se arrependido e mudado seus caminhos, retomando a construção, Ele abriria novamente os céus e os abençoaria: "De hoje em diante, abençoarei vocês" (v. 19).
Durante todo o seu relacionamento com Israel, Deus considerava impuras as ofertas do seu povo e recusava-se a aceitá-las quando o povo se mostrava desobediente, adorando falsos deuses. Ele advertiu, por meio de Amós: Eu odeio e desprezo as suas festas religiosas; não suporto as suas assembleias solenes. Mesmo que vocês me tragam holocaustos e ofertas de cereal, isso não me agradará. Mesmo que me tragam as melhores ofertas de comunhão, não darei a menor atenção a elas (Amós 5.21,22).
Ele também os advertiu por meio de Isaías: "Para que me oferecem tantos sacrifícios? pergunta o SENHOR. Para mim, chega de holocaustos de carneiros e da gordura de novilhos gordos. Não tenho nenhum prazer no sangue de novilhos, de cordeiros e de bodes! Quando vocês vêm à minha presença, quem lhes pediu que pusessem os pés em meus átrios? Parem de trazer ofertas inúteis! O incenso de vocês é repugnante para mim. Luas novas, sábados e reuniões! Não consigo suportar suas assembleias cheias de iniquidade" (Isaías 1.11-13).
"Lavem-se! Limpem-se! Removam suas más obras para longe da minha vista! Parem de fazer o mal" (Isaías 1.16).
Assim podemos concluir que há situações indicativas de quando as nossas ofertas não são santas e, portanto, inaceitáveis para Deus:
• quando não são dadas de coração, isto é, quando há motivação impura, quando tentamos barganhar com Deus, tentamos suborná-Lo;
• quando vivemos em desobediência a Deus e à sua Palavra, negligenciamos os valores do SENHOR;
• quando há impureza ou pecado inconfessado em nossa vida, acobertamos nossas falhas, empurramos para debaixo do tapete, ao invés de removermos de uma vez.
Quando devolvermos os dízimos, as ofertas e os sacrifícios a Deus, apresentemos a Ele com pureza de coração. Se houver cobiça, orgulho, inveja, desobediência ou qualquer impureza em nosso coração, a nossa oferta estará contaminada, independente de nossa liberalidade ou do valor dela, e Deus não irá aceitá-la. Por meio de Cristo, Deus providenciou um meio pelo qual nós possamos chegar diante Dele com o coração puro, pois temos a promessa: "Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça" (1 João 1.9). Não temos desculpas para chegarmos diante de Deus com pecado no coração.
Examinemos o nosso coração e peçamos a Ele para que revele qualquer pecado que possa haver em nós. Confessemos e purifiquemos a nossa vida antes de tudo. Só depois ofertemos a Deus, sabendo que agora Ele a aceitará e derramará suas bênçãos e promessas sobre nos.
"Entrem por suas portas com ações de graças, e em seus átrios, com louvor; deem-lhe graças e bendigam o seu nome" (Salmos 100.4).

Palavra para o seu coração

Tudo posso naquele que me fortalece.


                           Filipenses 4.13

Finalmente, fortaleçam-se no Senhor e no seu forte poder.

                           Efésios 6.10

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Agradar a Deus


A obediência é melhor do que o sacrifício, e a submissão é melhor do que a gordura de carneiros.

                                1 Samuel 15.22

Os midianitas eram os saqueadores do deserto, parentes dos israelitas, originários da união de Abraão e Quetura, sua segunda esposa, e de seu filho Midiã. Por anos oprimiram os israelitas, e mais intensamente no período dos juízes.
Organizavam-se em bandos, juntamente com seus aliados, invadiam e saqueavam os israelitas logo após a colheita, deixando um rastro de destruição por onde passavam.
Em um dado momento Deus levantou Gideão, como juiz de Seu povo; numa espécie de prova, pede a ele que destrua o altar de Baal, pertencente a sua própria família, e que ofereça em sacrifício, um boi de seu pai como oferta queimada no altar ao SENHOR. Sem dúvida alguma este teste de obediência, foi o primeiro passo rumo à vitória sobre os inimigos opressores de Israel.
Nada é mais gratificante do que a sensação do “dever cumprido”; o pesar genuíno resultante do arrependimento advindo de um coração sincero, a decisão de admitir o erro, o desejo puro de querer acertar, obedecer e agradar ao nosso SENHOR e Deus. É uma convicção testificada e demonstrada por nossas atitudes, expressadas por nossos atos.
Mas até mesmo este sentimento, só o Espírito Santo é quem pode despertar em nós, não brota do nosso coração espontaneamente. Sim, visualizamos espiritualmente o amor imensurável de Deus, e mal podemos crer e entender a amplitude desse sentimento, e quanto mais nos aproximamos Dele, mais percebemos nossa pequenez, isto nos move ao arrependimento e nos motiva a mudar de vida, numa nova perspectiva agora buscando obedecer e agradar somente a Deus.  
"A rebeldia é como o pecado da feitiçaria, e a arrogância como o mal da idolatria" (1 Samuel 15.23).

"Os sacrifícios que agradam a Deus são um espírito quebrantado; um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus" (Salmo 51:17).

Palavra para o seu coração

Espero no Senhor com todo o meu ser, e na sua palavra ponho a minha esperança.
Espero pelo Senhor mais do que as sentinelas pela manhã; sim, mais do que as sentinelas esperam pela manhã!

                                       Salmos 130.5,6


Pois tudo o que foi escrito no passado, foi escrito para nos ensinar, de forma que, por meio da perseverança e do bom ânimo procedentes das Escrituras, mantenhamos a nossa esperança.


                                       Romanos 15.4