segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Palavra para o seu coração

Quem tem o Filho, tem a vida; quem não tem o Filho de Deus, não tem a vida.


                       1 João 5.12

Ele defende a causa dos oprimidos e dá alimento aos famintos. O Senhor liberta os presos.

                       Salmos 146.7

domingo, 4 de janeiro de 2015

Ouçamos aos profetas de Deus, e prosperemos!

De madrugada partiram para o deserto de Tecoa. Quando estavam saindo, Josafá lhes disse: "Escutem-me, Judá e povo de Jerusalém! Tenham fé no SENHOR, o seu Deus, e vocês serão sustentados; tenham fé nos profetas do SENHOR, e terão a vitória".

                  2 Crônicas 20.20

Os filhos de Israel prosperaram e colheram as bênçãos prometidas por Deus depois que agiram em obediência ao que o Senhor anunciara por meio de seus profetas. Deus levantou profetas e ungiu-os para serem seus porta-vozes junto ao povo. Os verdadeiros profetas de Deus falaram apenas as palavras que Ele os mandava dizer sob inspiração de Seu Espírito. Deus usou os profetas para advertir, orientar, disciplinar e repreender, para chamar o povo ao arrependimento e para revelar a sua vontade.
Lemos neste capítulo que os israelitas estavam enfrentando uma batalha contra os moabitas e os amonitas, os quais os excediam numericamente, e Josafá e o povo estavam com medo.
Quando o povo buscou ao Senhor, o Espírito veio sobre Jaaziel, e ele começou a profetizar. Deus, por meio dele, revelou os planos do inimigo e dirigiu as ações de Judá. Deus prometeu pelejar por Judá e dar-lhe vitória na batalha.
Quando receberam a Palavra do Senhor, creram nela, agiram com base nela e foram vitoriosos.
A viúva de Sarepta creu na Palavra de Deus anunciada por Elias, agiu de acordo e recebeu o milagre da provisão de Deus (1 Reis 17.9-16). A vasilha de farinha e a botija de azeite não ficaram vazias no tempo da fome, mas continuaram cheias, conforme Deus havia prometido.
Entre os ministérios que Deus concedeu à Igreja, está o ministério dos profetas, crentes que são ungidos para anunciar a mensagem divina ao seu povo hoje. Quando a Igreja recebe a palavra proclamada pelos profetas do Senhor, crê e age com base nela, então há prosperidade!
 A profecia é geralmente usada para preparar-nos e não para assustar-nos.
Em meio às crises, enquanto todos ficam perplexos e abalados, sem saber o que fazerem, a mão de Deus, com a sua proteção e provisão, está sobre o seu povo, os que são verdadeiramente seus, que estão plenamente submissos a Ele.
Deus está levantando PATROCINADORES para o final dos tempos. Eles serão instrumentos por meio dos quais Ele derramará os recursos financeiros para a propagação do Evangelho a nível mundial.

Chegou a hora de Deus prover as riquezas e colocá-las nas mãos de seu povo, que agem com liberalidade para com a Obra de Deus.

Palavra para o seu coração

Estrangeiros reconstruirão os seus muros, e seus reis a servirão. Com ira eu a feri, mas com amor lhe mostrarei compaixão.


                      Isaías 60.10

sábado, 3 de janeiro de 2015

Falência Espiritual

Graças ao grande amor do Senhor é que não somos consumidos, pois as suas misericórdias são inesgotáveis.
Renovam-se cada manhã; grande é a tua fidelidade!

         Lamentações 3.22-23

A sua misericórdia estende-se aos que o temem, de geração em geração.

         Lucas 1.50

Nossa Salvação não é conquistada através de nossos dotes, desempenho, ou obras que tenhamos realizado. Só um deus fraco e barato poderia ser comprado com dízimos e ofertas. Somente um deus egoísta seria impressionado por nosso sofrimento ou nossas limitações, crises existenciais. Apenas um deus temperamental poderia ser satisfeito com sacrifícios. Somente um deus sem coração ou sentimentos venderia salvação como uma bolsa de valores, um leilão, um mercado ou uma feira. E somente um grande Deus faz por seus filhos o que eles são incapazes de fazer por si mesmos.
A alegria de Deus é recebida após rendição, não concedida após a conquista. O primeiro passo para esse deleite é um apelo por ajuda, um reconhecimento de fracasso moral, de falência emocional, uma confissão sincera de que se tem muito pouco, e de que a realização da sonhada paz verdadeira está distante.
Aqueles que experimentaram a presença de Deus declararam falência espiritual, e estão bem cientes dessa crise. De que seus bolsos estão vazios. Não há mais opções, enganos e desenganos, gastaram e desgastaram seu tempo em frustradas tentativas de vã felicidade. O desejo deles é cada vez maior desde que pararam de exigir justiça; agora o que querem mesmo em suas súplicas é a misericórdia. Por que??? Porque ninguém é justo o suficiente diante Dele, nossas justiças são como trapos, nossos valores são ínfimos, não somos e nunca seremos bons o suficiente para Ele. Ele nos escolheu apesar de nós mesmos, e não porque éramos bonzinhos o suficiente. E isto é o que nos encoraja a nos aproximar e nos refugiar em seu colo de Pai, em seus braços de amor, e receber seu consolo, proteção, cura, apoio, amparo e direção. Só Nele reside toda a plenitude!
    

Palavra para o seu coração

Nele estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento.

                          
                       Colossenses 2.3

Bendiga ao Senhor a minha alma! Não esqueça de nenhuma de suas bênçãos!
É ele que perdoa todos os seus pecados e cura todas as suas doenças, que resgata a sua vida da sepultura e o coroa de bondade e compaixão, que enche de bens a sua existência, de modo que a sua juventude se renova como a águia.

                       Salmos 103.2-5

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Vitória sobre o impossível por meio da oração

Depois disso, os moabitas e os amonitas, com alguns dos meunitas, entraram em guerra contra Josafá.
Então informaram a Josafá: "Um exército enorme vem contra ti de Edom, do outro lado do mar Morto. Já está em Hazazom-Tamar, isto é, En-Gedi".
Alarmado, Josafá decidiu consultar o SENHOR e proclamou um jejum em todo o reino de Judá. Reuniu-se, pois, o povo, vindo de todas as cidades de Judá para buscar a ajuda do SENHOR.
Josafá levantou-se na assembléia de Judá e de Jerusalém, no templo do SENHOR, na frente do pátio novo, e orou:
"SENHOR, Deus dos nossos antepassados, não és tu o Deus que está nos céus? Tu dominas sobre todos os reinos do mundo. Força e poder estão em tuas mãos, e ninguém pode opor-se a ti. Não és tu o nosso Deus, que expulsaste os habitantes desta terra perante Israel, o teu povo, e a deste para sempre aos descendentes do teu amigo Abraão? Eles a têm habitado e nela construíram um santuário em honra ao teu nome, dizendo:
'Se alguma desgraça nos atingir, seja o castigo da espada, seja a peste, seja a fome, nós nos colocaremos em tua presença diante deste templo, pois ele leva o teu nome, e clamaremos a ti em nossa angústia, e tu nos ouvirás e nos salvarás'. "Mas agora, aí estão amonitas, moabitas e habitantes dos montes de Seir, cujos territórios não permitiste que Israel invadisse quando vinha do Egito; por isso os israelitas se desviaram deles e não os destruíram. Vê agora como estão nos retribuindo, ao virem expulsar-nos da terra que nos deste por herança. Ó nosso Deus, não irás tu julgá-los? Pois não temos força para enfrentar esse exército imenso que vem nos atacar. Não sabemos o que fazer, mas os nossos olhos se voltam para ti".
Todos os homens de Judá, com suas mulheres e seus filhos, até os de colo, estavam ali em pé, diante do SENHOR.
Então o Espírito do SENHOR veio sobre Jaaziel, filho de Zacarias, neto de Benaia, bisneto de Jeiel e trineto de Matanias, levita e descendente de Asafe, no meio da assembléia.
Ele disse: "Escutem, todos os que vivem em Judá e em Jerusalém e o rei Josafá! Assim lhes diz o SENHOR: 'Não tenham medo nem fiquem desanimados por causa desse exército enorme. Pois a batalha não é de vocês, mas de Deus. Amanhã, desçam contra eles. Eis que virão pela subida de Ziz, e vocês os encontrarão no fim do vale, em frente do deserto de Jeruel. Vocês não precisarão lutar nessa batalha. Tomem suas posições, permaneçam firmes e vejam o livramento que o SENHOR lhes dará, ó Judá, ó Jerusalém. Não tenham medo nem desanimem. Saiam para enfrentá-los amanhã, e o SENHOR estará com vocês'".
Josafá prostrou-se, rosto em terra, e todo o povo de Judá e de Jerusalém prostrou-se em adoração perante o SENHOR. Então os levitas descendentes dos coatitas e dos coreítas levantaram-se e louvaram o SENHOR, o Deus de Israel, em alta voz.
De madrugada partiram para o deserto de Tecoa. Quando estavam saindo, Josafá lhes disse: "Escutem-me, Judá e povo de Jerusalém! Tenham fé no SENHOR, o seu Deus, e vocês serão sustentados; tenham fé nos profetas do SENHOR, e terão a vitória".
Depois de consultar o povo, Josafá nomeou alguns homens para cantarem ao SENHOR e o louvarem pelo esplendor de sua santidade, indo à frente do exército, cantando:
"Dêem graças ao SENHOR, pois o seu amor dura para sempre".
Quando começaram a cantar e a entoar louvores, o SENHOR preparou emboscadas contra os homens de Amom, de Moabe e dos montes de Seir, que estavam invadindo Judá, e eles foram derrotados.
Os amonitas e os moabitas atacaram os dos montes de Seir para destruí-los e aniquilá-los. Depois de massacrarem os homens de Seir, destruíram-se uns aos outros.
Quando os homens de Judá foram para o lugar de onde se avista o deserto e olharam para o imenso exército, viram somente cadáveres no chão; ninguém havia escapado. Então Josafá e os seus soldados foram saquear os cadáveres e encontraram entre eles grande quantidade de equipamentos e roupas, e também objetos de valor; passaram três dias saqueando, mas havia mais do que eram capazes de levar.
No quarto dia eles se reuniram no vale de Beraca, onde louvaram o SENHOR. Por isso até hoje esse lugar é chamado vale de Beraca.
Depois, sob a liderança de Josafá, todos os homens de Judá e de Jerusalém voltaram alegres para Jerusalém, pois o SENHOR os enchera de alegria, dando-lhes vitória sobre os seus inimigos. Entraram em Jerusalém e foram ao templo do SENHOR, ao som de liras, harpas e cornetas.
O temor de Deus veio sobre todas as nações, quando souberam como o SENHOR havia lutado contra os inimigos de Israel. E o reino de Josafá manteve-se em paz, pois o seu Deus lhe concedeu paz em todas as suas fronteiras.

  2 Crônicas 20.1-30                                                                                           

Dia a dia, ao enfrentar os problemas da vida, podemos empreender nossas batalhas sabendo que Deus quer a nossa completa vitória. Na verdade, Ele peleja por nós; embora muitos, porém, ainda acreditam que são derrotados por seus problemas por ser essa a vontade de Deus. Acham que, de alguma forma, não chegou a hora de viver vitoriosamente no poder do Espírito Santo.
Isto simplesmente não é verdade, não importa quão terríveis e insuperáveis pareçam as circunstâncias. Deus enviou o seu Filho ao mundo para destruir as obras do Diabo (1 João 3.8).
O texto em estudo exemplifica uma daquelas dificuldades que podemos qualificar como "impossível de ser resolvida". É também um exemplo do poder libertador de Deus para aqueles que o buscam com sinceridade, pela oração efetiva e fervorosa.
Esse episódio com Josafá poderia ser intitulado "Demonstração de Poder", pois os inimigos de Deus deram uma grande exibição de força para aterrorizar os judeus. Três nações — Amom, Moabe e o povo de Seir — formaram uma aliança contra a pequenina Judá para aniquilá-la totalmente.
A informação dos atalaias sobre o iminente ataque do maciço exército contra o Reino do Sul chegou até Josafá. E a primeira coisa que aconteceu foi o medo lhe golpear o coração, pois o rei sabia que seu exército não tinha condições (humanamente falando) de vencer as numerosas tropas que marchavam contra sua nação. O medo paralisou Judá completamente, que corria o risco de ser aniquilada, o perigo lhes cercavam, aos olhos humanos seriam fatalmente aniquilados.
Os efeitos imediatos do medo são capazes de determinar a vida ou a morte, a derrota ou a vitória de uma nação ou de um indivíduo.
Em todas as circunstâncias, há o lado negativo e o positivo. Até o medo tem um lado positivo: se nos põe de joelhos e nos leva a orar com um fervor capaz de mover a mão de Deus, que move o mundo, então é canalizado para ser uma influência positiva em nossa vida. Afinal, o medo nos forçou a uma comunhão mais íntima com Deus, cooperando assim para o nosso bem.
Se o medo nos leva a buscar respostas na Palavra de Deus, então está colaborando para Deus fazer uma grande obra em nossa vida.
Josafá ficou tão amedrontado que proclamou um jejum. A Bíblia declara que ele ficou "alarmado" (v.3). O medo, porém, levou-o a buscar a face de Deus — agiu como estímulo para que o rei buscasse ao Senhor, impulsionou-o ao Único que tinha o poder e a resposta para tudo.
O primeiro passo que Josafá deu para resolver o problema foi reconhecer plenamente a quem ele estava invocando: o Deus dos céus e da terra, o Senhor de toda a criação (v. 6). Ele se lembrou das palavras do rei Davi: "Os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama a obra das suas mãos" (Salmos 19.1).
É estranho Josafá não mencionar o problema no início de sua oração, o que provavelmente faríamos no lugar dele. Ele parecia conhecer o segredo de como se aproximar do Criador. De saída, relembrou o poder e a glória do Pai celestial. Na verdade, começou reconhecendo Deus acima de todos. Em vez de lançar logo o pesado fardo diante do Senhor, o que o rei fez? Tratou de estabelecer um relacionamento com Deus!
Josafá declarou que Deus podia livrar o seu povo! Sabia que a resposta para a calamidade residia no Poder Divino para Libertar, não na força humana. Ele tirou os olhos das circunstâncias e fixou-os na Fonte de todo poder.
Se Josafá foi capaz de falar com o Senhor de modo tão pessoal, conhecendo-o somente por meio de sua Palavra, pelos seus atos,
pelos símbolos do Templo e do sacerdócio e pelas sombras da Lei, quanto mais a nossa fé pode erguer-se para crer que Deus fará o impossível!
O nosso relacionamento com Deus não se dá por meio de intermediários, como no caso de Josafá, mas pelo Filho de Deus, Jesus Cristo. Se Josafá foi capaz de tocar o coração de Deus com sua oração, temos, por meio de Cristo, uma garantia de vitórias ainda maiores pelo Reino de Deus.
Josafá orou exaltando o grande poder de Deus, numa combinação entre quem Deus realmente é e o que Ele realmente faz.
Movemo-nos agora do estático para o dinâmico, do pensamento para a ação. Uma coisa é aguardar, outra é agir. A FÉ É UM FATO, MAS TAMBÉM UM ATO!
Depois que declarou exatamente a quem estava orando e reconheceu o que Deus havia feito por Israel no passado, Josafá começou a citar exemplos de situações resolvidas por Deus (v. 9). Ele se baseou em fatos registrados na Palavra!
Ouvimos com freqüência a seguinte frase: "Deus responde à oração!". Porém seria mais correto dizer: "Deus responde à oração fervorosa, à oração baseada na Palavra". Temos de lembrar-nos das promessas divinas, a fim de que elas sejam ativadas em nossa vida de oração: "Acaso ele fala, e deixa de agir?" (Números 23.19).
Reconheçamos a nossa incapacidade para lidar com as circunstâncias e humilhemo-nos diante de Deus. Foi o que Josafá fez em seguida (v. 12). Consideremos a grandeza desse homem. Ele era rei e líder de um povo, uma nação dependia dele. Contudo, humilhou-se diante do Deus que, nas palavras do rei Davi, "não ignora o clamor dos oprimidos" (Salmos 9.12). Josafá submeteu as suas limitações às habilidades sobrenaturais de Deus, o divino Libertador de seu povo, Israel.
Essa é a suprema dependência, a sabedoria eficaz. Josafá chegara ao fim de si mesmo. Agora Deus podia realizar o impossível!
A seguir, vemos a resposta de Deus, por meio do profeta, ao rei e ao povo de Judá. Deus ouvira a oração de Josafá e disse-lhe: "A batalha não é de vocês, mas de Deus!" (v. 14,15).
Sim, Deus ia batalhar pelos israelitas, mas isso não queria dizer que eles podiam sentar-se e esperar, sem necessidade de enfrentar o inimigo.
Aqui é onde entra a confiança. Deus está dizendo que a verdadeira guerra não será empreendida com espadas, escudos e lanças de ferro, mas com armas espirituais (v. 16,17).
Quando se humilhou e desceu do trono, o rei disse, em essência: "Senhor, tu libertarás o povo, porque eu não posso". Então, o Espírito de Deus mostrou-lhes exatamente onde estava o inimigo (v. 16). Não podemos lidar com o problema, a menos que saibamos exatamente em que ele consiste. Temos de estar preparados e dispostos a enfrentá-lo em seguida. O elemento da confiança só se manifestará depois que estivermos prontos e completamente desarmados da própria força para enfrentarmos o Inimigo, desejando que Deus batalhe por nós.
Depois de ouvir a orientação divina, os israelitas "partiram" (v. 20). A libertação de Deus requer ação de nossa parte — ação baseada na fé, na palavra que Ele enviou, na salvação que Ele prometeu (v. 17). E a ação deve estar baseada no tempo perfeito de Deus. Judá teve de sair do conforto de Jerusalém para enfrentar o inimigo face a face. Se o grande exército alcançasse as portas da cidade, seria tarde demais para agir. Assim tiveram de sair da posição defensiva para a ofensiva a fim de conquistar a vitória.
O passo final e mais sublime foi o louvor e a adoração ao Senhor (v. 21). É fácil louvar a Deus depois da vitória, mas esse não é o caso aqui.
Imediatamente depois de receber a Palavra do Senhor por meio do profeta Jaaziel, que instruiu os israelitas sobre o que fazer, eles creram e agiram de acordo (v. 20,21). Começaram a agradecer a Deus pela vitória quando lhes foi pedido que fizessem o que parecia uma tarefa impossível: enfrentar o inimigo sem o treinamento normal para a guerra.
Naquele momento, Judá aparentemente não tinha ainda motivos para louvar ao Senhor, no que dizia respeito ao livramento. Mas o louvaram porque creram Naquele que prometeu, por isso, Deus "preparou emboscadas" contra o exército invasor (v. 22). Outra tradução desse versículo diz: "Logo que começaram a cantar [...] eles os inimigos foram derrotados" (NTLH).
A nossa vitória está em aprender a vencer um inimigo já derrotado!
Quando Judá começou a louvar ao Senhor, os inimigos viraram-se uns contra os outros e destruíram-se completamente. A nação de Judá não levantou um dedo. O inimigo se destruiu sozinho!

Queremos continuar a lutar nossas próprias batalhas, vencendo uma aqui e perdendo duas ali? Ou queremos seguir a fórmula divina e, como Judá ver o livramento do Senhor? Então temos que seguir o exemplo de Josafá, crer totalmente na Palavra e Promessa do SENHOR.

Palavra para o seu coração

O temor do Senhor é o princípio do conhecimento, mas os insensatos desprezam a sabedoria e a disciplina.


                     Provérbios 1.7


Pois onde estiver o seu tesouro, ali também estará o seu coração.

                     Lucas 12.34