quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Suas bênçãos nos alcançarão


"Os israelitas obedeceram à ordem de Moises e pediram aos egípcios objetos de prata e de ouro, bem como roupas. O Senhor concedeu ao povo uma disposição favorável da parte dos egípcios, de modo que lhes davam o que pediam; assim eles despojaram os egípcios."
                                 Êxodo 12.35-36

Durante quatrocentos e trinta anos, os israelitas foram vítimas da cruel opressão egípcia, viveram na pobreza e em necessidade terrível, trabalhando sob o comando de impiedosos feitores.
Então, no tempo designado, Deus libertou sobrenaturalmente os filhos de Israel da escravidão do Egito, tal como havia revelado a Abraão mais de quatrocentos anos antes. 
Embora foram oprimidos e castigados pelos egípcios, eles ao deixarem o Egito, não estavam fracos, debilitados nem pobres. Não havia enfermo entre eles, e não saíram de mãos vazias!
Deus não apenas libertou os israelitas da escravidão dos egípcios, mas quebrou as cadeias e a escravidão da pobreza na vida deles. Quando marcharam para fora do Egito, transportaram com ele os despojos egípcios!
Desde o princípio, Deus os abençoou e os fez prosperar até que tivessem abundância de tudo.
Para ilustrar a vasta riqueza que os israelitas levaram do Egito, quando Moisés pediu uma oferta voluntária para edificar o Tabernáculo, eles deram 29 talentos e 730 moedas de ouro — mais de uma tonelada de ouro! O peso da prata foi cem talentos e 1 775 moedas — pouco mais de três toneladas! O bronze foi de setenta talentos e 2 400 moedas — cerca de duas toneladas e meia! O ouro e a prata destinados a edificação do Tabernáculo era apenas uma pequena parte das riquezas que os israelitas haviam levado do Egito, que valia mais de um milhão de dólares!
Deus transferiu as riquezas dos ímpios para as mãos de seu povo, que usou parte delas para edificar o Tabernáculo.
Assim como Deus agiu com os israelitas Ele fará o mesmo pelo seu povo hoje!
Deus fez uma aliança de bênção e prosperidade conosco, assim como fez com Israel, onde Ele provisionou para que todas as nossas necessidades sejam supridas — todas, não algumas. Há provisão para salvação, cura, libertação e perdão dos pecados, pois Deus prometeu nos abençoar e nos fazer prosperar.
Muitos cristãos aceitam, pela fé, a provisão divina para a salvação e  cura, contudo, não têm fé suficiente para crer que Deus tem provisão para as suas finanças. É hora do povo de Deus destruir completamente a barreira que Satanás edificou para impedir que os cristãos tomem posse das promessas de Deus com relação ao suprimento de suas necessidades financeiras.
•Há muitos cristãos que não estão convencidos de que seja vontade de Deus fazê-los prósperos e abençoados.
•Muitos acreditam na mentira do Diabo de que Deus não está interessado em suprir as nossas necessidades financeiras.
•Outros creem que, de alguma forma, pela sua pobreza e sofrimento, estão glorificando a Deus.
A pobreza não é uma bênção de Deus! Não há nada na pobreza ou no endividamento que glorifique ou honre ao Senhor.
A pobreza traz escravidão e sofrimento, coloca sobre as pessoas fardos pesados; difíceis de carregar. Impede-as de suprirem as próprias necessidades.
Termos dívidas acima da capacidade de pagá-las ou não estarmos em condições de suprirmos as necessidades básicas da família são formas de escravidão, que traz medo, preocupação, desânimo, angústia e a sensação de desespero e de derrota.
Independente do valor que sejam nossas dívidas, Deus quebrará essa escravidão financeira. Não importa há quanto tempo estejamos endividados, não temos que permanecer assim!
O Diabo é mentiroso! Ele convenceu muitos cristãos de que serão sempre pobres, que jamais terão os recursos financeiros de que necessitam, que sempre estarão endividados e que também devem aceitar a situação.
Assim como Deus ouviu os clamores dos israelitas que sofriam sob a escravidão egípcia e os libertou, também tem ouvido os clamores de seu povo que hoje está sob a cruel escravidão da pobreza e da dívida. Chegou a hora da libertação financeira!
Não existe carência na casa de Deus! Todas as riquezas do mundo — o ouro, a prata, os diamantes, as jóias preciosas, os recursos naturais — pertencem a Deus.
Deus irá abalar as nações e fazer que as riquezas do mundo venham para o seu remanescente do tempo do fim!
Deus falou ao profeta Ageu: "'Farei tremer todas as nações, as quais trarão para cá os seus tesouros, e encherei este templo de glória', diz o SENHOR dos Exércitos. Tanto a prata quanto o ouro me pertencem', declara o SENHOR dos Exércitos" (Ageu 2.7,8)-
Deus prometeu sacudir todas as nações e fazer com que as coisas desejáveis — as riquezas das nações — passem para o seu povo. "A glória deste novo templo" — a Igreja do Deus vivo hoje — "será maior do que a do antigo" (Ageu 2.9).
Essa profecia concernente à transferência de riqueza e ao crescimento do Reino de Deus refere-se ao tempo atual e está confirmada pela profecia de Isaías:
"Os seus descendentes serão conhecidos entre as nações, e a sua prole, entre os povos. Todos os que os virem (na sua prosperidade) reconhecerão que eles são um povo abençoado pelo SENHOR" (Isaias 61.9; TAB - Versão Amplificada). Deus prometeu por meio de Isaías: "Vocês serão chamados sacerdotes do SENHOR, ministros de nosso Deus. Vocês se alimentarão das riquezas das nações e a glória (que uma vez foi dos seus captores) será de vocês" (Isaías 61.6; TAB – Versão Amplificada).
Assim como Deus estabeleceu o tempo da transferência das riquezas do Egito para as mãos de Moisés e dos filhos de Israel, que se cumpriu em um único mesmo dia, Ele transferirá as riquezas das nações para as mãos de seu povo no seu devido tempo.

Palavra para o seu coração

Melhor é o homem paciente do que o guerreiro, mais vale controlar o seu espírito do que conquistar uma cidade.

Provérbios 16:32

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Às vezes os planos de Deus diferem dos nossos


“Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês", diz o Senhor, planos de fazê-los prosperar e não de lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro”(Jeremias 29.11).
José passou treze anos na escravidão, provavelmente questionando-se quando sairia dela.
Finalmente, o oficial chefe lembrou-se que José interpretava sonhos, então, José não apenas interpretou os sonhos do rei, mas também aconselhou o Faraó como se preparar para os anos vindouros de fome. Tornando-se com isso, o segundo no comando.
Deus não promete remover-nos de nossas lutas, pois elas nos promovem; mas promete mudar nossa forma de encará-las.
O Apóstolo Paulo dedica um parágrafo listando dificuldades, problemas, sofrimentos, açoites, traições, fome, nudez, perigos, naufrágios, abandonos, morte violenta. Estas são as piores situações das quais esperamos escapar; mas Paulo nos declara o valor: “Mas em todas estas coisas somos mais que vencedores, por Aquele que nos amou” (Romanos 8.35-37).

A solução não é evitar as dificuldades, mas mudar nosso foco, o modo como as vemos, enxergando-as da perspectiva de Deus e na ordem divina. Crendo que tudo coopera para o bem dos que Nele estão firmados... crendo que nossa oração é ouvida e atendida desde o primeiro momento que nos inclinamos diante Dele; crendo que no tempo Dele a resposta de nossa oração chegará, pois Ele nos promete que tudo o que pedimos ao Pai em seu NOME, crendo receberemos, e se ELE falou, está falado e consumado, basta esperar e não desanimar. 

Jesus, Cordeiro de Deus

"Tomem e comam; isto é o meu corpo." (Mateus 26.26b)
Jesus partiu o pão, abençoou-o e ofereceu-o aos seus discípulos. Depois, tomou um cálice, cheio do fruto da vide, abençoou-o e deu-lhes, dizendo: "Bebam dele todos vocês. Isto é o meu sangue da aliança, que é derramado em favor de muitos, para perdão de pecados" (Mateus 26.27-28).
Que momento glorioso no plano e propósito de Deus!
Ali, no cenáculo, quando Jesus se preparava para entregar a própria vida como sacrifício pelos pecados do mundo, derramando o próprio sangue, Ele celebrou uma ceia com os discípulos, que marcou o final da Antiga Aliança e o estabelecimento de uma aliança NOVA e MELHOR.
Essa hora Deus determinara desde a fundação do mundo, esse foi o momento que Ele marcou para fazer uma aliança eterna com a  humanidade, a qual seria selada com o sangue de seu único Filho! Esse foi o dia marcado para que o único, perfeito e definitivo Sacrifício fosse oferecido no altar do Deus todo-poderoso!
As ofertas de sacrifício dos cordeiros e o sangue espargido sobre o povo e sobre o altar da Antiga Aliança não seriam mais necessários. Mais de 1 400 anos se haviam passado desde o estabelecimento da aliança no monte Sinai. Todos os sacrifícios desde então apontavam para o dia em que Jesus Cristo, o Cordeiro Imaculado, seria oferecido como derradeiro sacrifício eficiente e eficaz, a fim de libertar o homem das garras de Satanás e da escravidão do pecado.
Foi o dia da libertação, LIBERDADE para todos os crentes!
A Antiga Aliança havia cumprido o seu propósito, pois revelara ao homem o terror, o cativeiro e a escravidão do pecado, bem como a necessidade de redenção. O sangue de touros e de carneiros era insuficiente para remover o pecado humano. Mas chegou o tempo designado por Deus para que a humanidade fosse liberta do pecado e firmasse uma aliança eterna com Deus.
Jerusalém estava em festa, cheia de sons de louvor. Milhares de alegres peregrinos haviam chegado à Cidade Santa para observar a Páscoa, que celebrava a libertação de Israel da escravidão egípcia.
Durante essa festa, todas as famílias deviam sacrificar. Na tarde que antecedia a noite da Páscoa, um cordeiro "sem mácula" era morto no Templo, e o sangue era oferecido a Deus no altar. A carne era assada e comida à mesa pela família.
Durante a ceia da Páscoa, o cálice de vinho era passado, seguido de ervas amargas mergulhadas em um molho vermelho feito de amêndoas, nozes, figos e outras frutas. Depois que era passado o segundo cálice de vinho, o chefe da família explicava o significado do cordeiro pascal e refletia sobre a libertação de Israel da escravidão no Egito. Ele recordava a esperança do Messias que viria, o qual os redimiria e libertaria de seus pecados. O último ato era passar o terceiro cálice de vinho, o "cálice da bênção".
Após entrar em Jerusalém, Jesus ordenou que os discípulos providenciassem os preparativos para a Páscoa, pois iriam passá-la juntos. Quando tudo estava pronto, Jesus e os discípulos subiram ao cenáculo e se assentaram. Jesus disse-lhes: "Desejei ansiosamente comer esta Páscoa com vocês antes de sofrer" (Lucas 22.15). Ele já havia, sem dúvida, celebrado a Páscoa com os discípulos anteriormente. Entretanto, aquela não seria apenas a última refeição que comeriam juntos antes da ressurreição, mas o cumprimento pleno da Páscoa. No dia seguinte, Jesus se tornaria a Oferta sacrifical, o imaculado "Cordeiro de Deus", para libertar o seu povo da escravidão do pecado.
Tentemos imaginar a emoção que se acumulou interiormente em Jesus quando Ele comeu a carne do cordeiro do sacrifício — que apontava para a sua morte sacrifical — e bebeu do fruto da vide — que representava o seu sangue? Em essência, Jesus estava dizendo: "Desejei ansiosamente comer esta Páscoa com vocês.
Este é o dia que esperei para ver. Este é o dia para o qual nasci!".

Aquele era o momento pelo qual Ele aguardava; o momento em que o propósito de sua vinda à terra seria cumprido. 
Afinal: "Sacrifício e oferta não quiseste, mas um corpo me preparaste; de holocaustos e ofertas pelo pecado não te agradaste. Então eu disse: Aqui estou, no livro está escrito a meu respeito; vim para fazer a tua vontade, ó Deus" (Hebreus 10.5-7).

Palavra para o seu coração

Deus é o nosso refúgio e a nossa fortaleza, auxílio sempre presente na adversidade. Por isso não temeremos, embora a terra trema e os montes afundem no coração do mar, embora estrondem as suas águas turbulentas e os montes sejam sacudidos pela sua fúria. 
(Salmos 46.1-3)

domingo, 3 de agosto de 2014

Milagres acontecem porque Deus existe!

Disse Deus a Moisés: "Eu Sou o que Sou. É isto que você dirá aos israelitas: Eu Sou me enviou a vocês".
            (Êxodos 3.14)

Se desejamos vencer as oposições e tentações, devemos crer no Deus de milagres, termos tamanha confiança Nele que nem mesmo os problemas "impossíveis" da vida possam nos levar ao desânimo ou ao desespero. Devemos ser firmes na fé a ponto de em momento algum duvidarmos que Deus tenha um plano miraculoso de fuga ou uma estratégia de vitória para todas as situações que Satanás criar contra nós.
Quando Deus enviou Moisés para libertar os israelitas da escravidão dos Egito, ele teve medo de que não lhe dessem crédito e perguntou a Deus o que deveria responder-lhes se perguntassem quem o enviara. A resposta de Deus foi profunda: "É isto que você dirá aos israelitas: Eu Sou me enviou a vocês".
Muitos acreditam no que Jesus foi capaz de fazer enquanto esteve aqui na terra e no que Ele fará no futuro. Contudo, deixam de percebê-lo como a Palavra viva no PRESENTE, o Eu Sou que Ele realmente É.
Esse era o problema de Marta, quando Jesus ainda estava na terra. Em João 11, lemos que Jesus foi a Betânia por causa de seu amigo Lázaro, que havia morrido, e Marta acusou o Mestre: "Se estivesses aqui meu irmão não teria morrido". Jesus garantiu à irmã sofredora que Lázaro ressuscitaria. E Marta retrucou: "Eu sei que ele vai ressuscitar na ressurreição, no último dia" (João 11.24).
Mas não foi isso que o SENHOR quis dizer, Jesus, a Palavra viva, estava presente NAQUELA HORA.
"Disse-lhe Jesus: 'Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá!'" (João 11.25).
Marta confessou que Jesus poderia ter curado Lázaro no passado e que poderia ressuscitá-lo no futuro. Mas o que Jesus estava dizendo a ela era: "Marta, o Eu Sou está aqui, agora, para suprir a sua necessidade. Lembre-se: Eu Sou!".

ELE disse a Marta que não há dia específico para milagres: nem PASSADO, nem FUTURO, existe apenas o DEUS DE MILAGRES, todos os dias, com o poder de suprir as necessidades de todos os que precisam de uma intervenção miraculosa. DEUS É - Ele foi, é e sempre será; é o Eterno - não tem princípio nem fim. O Deus em quem cremos, no qual colocamos a nossa fé, opera milagres, pois está vivo todos os dias e em todas as épocas, não se limita ao tempo. Os milagres nunca cessaram, porque ELE nunca se ausentou. Podemos estender a mão para Ele agora e buscarmos o milagre que necessitamos. Depositemos toda nossa fé e confiança em Deus, o Grande Eu Sou!

Mordomos a Serviço do Rei


A fim de experimentar o poder de Deus, muitas vezes os líderes suportam sérios apuros. Isto os aperfeiçoa para que possam dar sua colaboração.
Embora os irmãos de José o venderam como escravo, Deus usou a situação para abençoá-lo. Um oficial egípcio confiou-lhe seus negócios, e tudo parecia ir bem – mas ele teve que resistir aos assédios sexuais da mulher do oficial e ela acusou-o injustamente de violação e fez com que acabasse preso. Novamente, mesmo na prisão Deus aprimorou seu caráter, ele tinha algo grande a realizar.
Um líder deve preparar-se para suas atribuições do mesmo modo como Jesus se preparou, com determinação, disposto a realizar e concluir sua missão, mesmo que o custo para isso seja extremamente elevado.
"Por amor de ti enfrentamos a morte todos os dias; somos considerados como ovelhas destinadas ao matadouro" (Romanos 8.36).
Algumas palavras causam estranheza aos ouvidos modernos. O que conhecemos neste pacífico país maravilhoso, sobre sofrimento? Não conhecemos escassez real, fome, peste, doença...Surgem terremotos, enchentes, motins, greves e crimes, mortes violentas...mas ouvimos e assistimos pelos jornais.
Sofrer é mais intenso, significa pagar um preço, “servir de suporte”. Um líder é alguém que não pode gemer sob as cargas, mas levá-las com bom de humor; saber manter a boca fechada sobre suas dificuldades e viver um dia de cada vez, trabalhando em silêncio e no momento oportuno.
Precisamos constantemente avivar a memória de cada líder solitário para esta verdade: É Cristo quem nos chama, Ele mesmo nos capacita e promete sua presença e sua força.
Respondeu o Senhor: "Eu mesmo o acompanharei, e lhe darei descanso"(Êxodos 33.14).
“E aos que predestinou, também chamou; aos que chamou, também justificou; aos que justificou, também glorificou”(Romanos 8.30).
Vale lembrar que seus discípulos eram homens comuns, sem projeção, espiritualidade ou dons extraordinários que pudessem atrair a atenção do Mestre. Mas ELE passou uma noite em oração com o Pai, antes de convocá-los.
Deus, freqüentemente, desenvolve líderes forjados através da humildade e do sofrimento, ambos edificam o caráter e a habilidade, somos moldados a cada dia. Os problemas enfrentados hoje são oportunidades para o crescimento. Tanto o sofrimento como o sucesso são etapas das tarefas executadas.
“Porque me parece que Deus nos colocou a nós, os apóstolos, em último lugar, como condenados à morte. Temo-nos tornado um espetáculo para o mundo, tanto diante de anjos como de homens” (1 Corintios 4.9).

Que a misericórdia do SENHOR esteja sobre cada líder convocado por ELE e que cada um consiga desempenhar o seu chamado, dispostos a serem os últimos para que outros sejam os primeiros. Só um deve brilhar: JESUS, a ELE a honra, a glória, o louvor e exaltação para sempre.