domingo, 3 de agosto de 2014

Palavra para o seu coração

Pois os olhos do Senhor estão atentos sobre toda a terra para fortalecer aqueles que lhe dedicam totalmente o coração.

2 Crônicas 16:9

sábado, 2 de agosto de 2014

Ouviu Deus o lamento deles e lembrou-se da aliança

Deus não esqueceu a sua aliança com Abraão. Depois que os filhos de Israel foram levados ao cativeiro no Egito, e ali oprimidos e afligidos, Deus "lembrou-se" da aliança.
Em seguida, dando seqüência ao plano, chamou Moisés para comunicar as condições de sua aliança com Israel. Deus apareceu a Moisés na sarça em chamas no monte Sinai.
Leia Êxodo 3.1-12, especialmente os versículo 7 e 8, reproduzidos aqui na Versão Amplificada, onde Deus diz a Moisés: "De fato, tenho visto a opressão sobre o meu povo no Egito, tenho escutado o seu clamor por causa dos seus feitores e opressores, pois sei de suas dores, sofrimentos e provas. Por isso, desci para livrá-los das mãos e do poder dos egípcios, tirá-los daquela terra e levá-los para uma terra boa e vasta, onde manam leite e mel, uma terra de abundância, lugar dos cananeus, dos hititas, dos amorreus, dos ferezeus, dos heveus e dos jebuseus".
Agora leia com atenção o versículo 12, onde Deus diz a Moisés: "Eu estarei com você e este será o sinal para você de que sou eu quem o envia: quando você tirar o povo do Egito, vocês prestarão culto a Deus neste monte (Horebe ou Sinai)".
Deus, por amorosa misericórdia, manteve a sua aliança com Abraão, libertou da escravidão egípcia o povo que Ele havia escolhido, e levou-o ao monte Sinai para se encontrarem face a face!
Sabendo que Deus havia guiado Israel até o Sinai, Moisés subiu o monte para ter comunhão com Deus e receber revelação adicional concernente à sua vontade, seu plano e seu propósito para a nação. Deus lhe falou no monte: "Diga o seguinte aos descendentes de Jacó e declare aos israelitas: Vocês viram o que fiz aos egípcios e como transportei vocês sobre asas de águias e os trouxe para junto de mim. Agora, se me obedecerem fielmente e guardarem a minha aliança, vocês serão o meu tesouro peculiar dentre todas as nações. Embora toda a terra seja minha, vocês serão para mim um reino de sacerdotes e uma nação santa (consagrada, separada para a adoração a Deus). Essas são as palavras que você dirá aos israelitas" (Êxodos 19.3-6; TAB).
É difícil para a mente humana assimilar a grandeza desse momento. O Deus santo, justo e infalível, o Jeová, o El-Shaddai estava no monte Sinai disposto a fazer aliança com homens pecadores! Levou-os até ali, apesar das fragilidades e fraquezas deles, para derramar as bênçãos da aliança sobre eles.
Antes de fazer aliança com os israelitas, o SENHOR quis saber se desejavam fazer dEle o seu Deus e andar em obediência a Ele. Então os fez recordar quem Ele era e o que já havia realizado por eles.
Tendo-se identificado como o Deus todo-poderoso, expôs diante dos israelitas as promessas da ALIANÇA. Prometeu-lhes que:
1. Seriam um "tesouro peculiar" para Ele
Sobre todos os povos da terra, os israelitas desfrutariam a singular distinção de ser propriedade valiosa para Deus, altamente estimada e cuidadosamente protegida. Nenhuma outra nação na terra compartilharia de semelhante privilégio.
2. Seriam um "reino de sacerdotes"
O desejo de Deus era que os israelitas fossem estabelecidos na terra como nação real sacerdotal. Como "reis", não teriam um soberano humano sobre eles, mas governariam sobre as nações ímpias. Como "sacerdotes", seriam capazes de aproximar-se de Deus pela oração, mesmo que não oferecessem sacrifícios. Eles ministrariam às nações e as levariam à presença do Criador, ensinando-lhes a vontade e os caminhos divinos.
3. Seriam uma "nação santa"
Entre os povos da terra, os israelitas seriam um povo santo e justo. Por ser totalmente santo e puro, Deus planejou ter um povo que fosse "santo e inculpável" diante dele (ver Colossenses 1.22). Os israelitas deveriam constituir uma nação separada e consagrada para o culto a Deus, marcada exteriormente pelo símbolo da circuncisão.
E nós herdamos todas essas promessas sob a Nova Aliança!
"Vocês, porém, são GERAÇÃO ELEITA, SACERDÓCIO REAL, NAÇÃO SANTA, POVO EXCLUSIVO de Deus, para anunciar as grandezas daquele que os chamou das trevas para a sua maravilhosa luz. Antes vocês NEM SEQUER ERAM POVO, mas agora são POVO DE DEUS; NÃO HAVIAM RECEBIDO MISERICÓRDIA, mas agora A RECEBERAM" (1Pedro 2.9,10).
Somos propriedade de Deus! Ele é o nosso Deus, e nós, o seu povo escolhido.
Deus fez uma aliança de sangue conosco por intermédio de Cristo e, como parte do Israel espiritual de Deus, somos um de seus bens mais valiosos. Por isso, Ele nos ama, trata-nos bem e deseja suprir todas as nossas necessidades.
Sob a Nova Aliança, fomos feitos reis e sacerdotes... AGORA, sobre esta terra! (Apocalipse 1.6). Como reis, Deus nos deu poder sobre a morte, sobre o inferno e sobre o pecado. Deu-nos poder para combater o inimigo. O propósito divino para a nossa vida é que governemos e reinemos com Ele para sempre.
Como reis e sacerdotes, Deus nos levantou para lhe oferecermos sacrifícios espirituais. Ele nos chamou e escolheu para ministrar às nações desta terra, para ensinar e fazer discípulos em todas as nações (Mateus 28.19,20).
Moisés, depois de haver recebido estas promessas, voltou aos filhos de Israel e repetiu-lhes tudo que Deus lhe falara. Tornou-se o mediador entre Deus e o homem.
Moisés, como pessoa que intermediou a Antiga Aliança, é uma tipificação de Jesus, que é o verdadeiro Mediador e a Garantia da Nova Aliança. Jesus é tanto o Sumo Sacerdote quanto o Sacrifício que selou a Nova Aliança e colocou-a em ação.
"Quanto mais o sangue de Cristo, que por virtude do (seu) eterno Espírito (sua personalidade divina pré-existente) se ofereceu como sacrifício imaculado a Deus, purificará a nossa consciência de obras mortas e de observâncias sem vida, para que sirvamos ao Deus vivo! Por essa razão, Cristo (o Messias) é o Negociador e o Mediador de um acordo (testamento, aliança) inteiramente novo, para que os que são chamados recebam o cumprimento da promessa da herança eterna, visto que Ele morreu como resgate pelas transgressões cometidas sob a primeira (antiga) aliança" (Hebreus 9.14,15 TAB).

A Nova Aliança foi estabelecida pelo sangue precioso de Jesus. É administrada e aplicada por Ele ao nosso coração, e a aliança de sangue com Deus é firmada apenas pela fé Nele, que é o Mediador dessa Nova Aliança, por quem recebemos a nossa herança eterna, conforme prometida, no momento em que estabelecemos essa aliança de sangue com Deus.

Aliança de Relacionamentos


A aliança de Deus com Abraão definia quem era o povo escolhido;  aliança com Moises abrangia os termos de uma amizade com Deus, ao contrário da aliança feita com Abraão, a aliança mosaica é condicional: “Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz...então sereis a minha propriedade peculiar” (Êxodos 19.5).
A aliança mosaica envolvia três aspectos da vida de Israel:
ð  Os mandamentos governavam a vida pessoal dos israelitas e o seu relacionamento com Deus (Êxodos 20.1-26);
ð  As leis dirigiam sua vida pessoal na questão do relacionamento com os seus semelhantes (Êxodos 21.1-24.11);
ð  As ordenanças orientavam sua vida religiosa, a forma correta de se apresentarem perante o SENHOR, aproximarem-se de Deus (Êxodos 24.12-31.18).
A aliança mosaica não foi feita com vistas à salvação. Cumprir a lei não salva, mas a lei cuida e prepara a pessoa para a salvação pela fé.

“É, porventura, a lei contrária às promessas de Deus? De modo nenhum! Porque, se fosse promulgada uma lei que pudesse dar vida, a justiça, na verdade, seria procedente da lei. De maneira que a lei nos serviu de aio para nos conduzir a Cristo, a fim de que fôssemos justificados por fé” (Gálatas 3.21,24). 

Palavra para o seu coração

Filhinhos, eu lhes escrevi porque vocês conhecem o Pai. Pais, eu lhes escrevi porque vocês conhecem aquele que é desde o princípio. Jovens, eu lhes escrevi, porque vocês são fortes, e em vocês a Palavra de Deus permanece e vocês venceram o Maligno.
Não amem o mundo nem o que nele há. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele.
Pois tudo o que há no mundo — a cobiça da carne, a cobiça dos olhos e a ostentação dos bens — não provém do Pai, mas do mundo.
O mundo e a sua cobiça passam, mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre.

1 João 2:14-18

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Deus em meio às circunstâncias


É Deus o controlador das circunstâncias. Felizmente, porque a vida é feita de momentos, as situações que enfrentamos são ordenadas ou permitidas por ELE e, em geral, independem de quem somos e até mesmo de estarmos ou não servindo a ELE.
Muitas das adversidades que enfrentamos foram permitidas para aparentemente atrapalhar-nos e perturbar-nos pela nossa falta de entendimento sobre a vida e o poder de Deus; para nos sacudir, chamar nossa atenção, fazer-nos crescer, ganhar experiência, nos lapidar.
Quando os problemas surgem contra nós, com freqüência é o caminho pavimentado por Deus para uma grande obra de libertação, cura, crescimento espiritual em nossa vida. E, quando a vitória vier, saberemos acertadamente que foi o seu poderoso braço que nos salvou.
Assim, um dos propósitos das circunstancias contrárias é Deus mostrar o seu poder e a sua glória a um mundo que precisa ver a sua majestade. Outro propósito é Ele se revelar a nos de tal forma que aprendamos a confiar Nele de modo definitivo, sem nos importarmos com a situação ao nosso redor. Saberemos que Deus dará sua provisão nas circunstâncias de hoje e de amanhã — porque Ele já se revelou nas circunstancias de ontem.
Temos um tremendo exemplo bíblico de alguém cuja vida foi apanhada na teia das adversidades, aparentemente devastadoras, vejamos a parte da vida de Jacó detalhada em Gênesis 32;
Examinemos as circunstâncias:
=>Há mais de vinte anos, Jacó havia recebido a bênção de primogenitura que pertencia ao irmão mais velho, Esaú. Mas a obteve por meio fraudulento: Jacó havia enganado seu pai, Isaque, para obter a bênção que, por tradição, pertencia ao irmão mais velho.
=> Esaú, enraivecido, prometeu matar Jacó. Com medo, Jacó fugiu para Harã, onde trabalhou 21 anos. Ali, Deus abençoou Jacó com esposas, filhos e rebanho numeroso.
=> Deus ordenou a Jacó que regressasse. Entretanto, ele estava amedrontado, porque Esaú poderia ainda estar zangado, disposto a matá-lo. Era um tormento com o qual Jacó convivia e que o impedia de ver as circunstâncias boas que o rodeavam. O tempo todo, as boas circunstâncias sobrepujavam as más, porém ele não as reconhecia.
=> Durante a viagem, "anjos de Deus vieram ao encontro dele" (v. 1) Jacó viu os anjos, contudo, continuava apavorado. Sabia da promessa de Deus: "Esteja certo de que Eu o farei prosperar" (v. 12) e ainda assim temia.
=> Havia uma profunda busca espiritual a realizar sozinho, então ele enviou as esposas, os filhos e os servos a um ribeiro chamado Jaboque, que significa "um esvaziamento" ou "derramamento".
Paremos por aqui em nossa história e concentremo-nos no medo atormentador que levou Jacó àquele lugar e impedia o fluxo do poder de Deus em sua vida.
Basicamente, havia razão para Jacó temer:
=> ele não percebia, não fazia uma leitura de sua verdadeira situação, não dimensionava, não equacionava, não entendia a sua posição, então temia.
Se nós, cristãos, conhecêssemos a realidade de cada situação e compreendêssemos a nossa posição, seríamos poupados de muitas turbulências, insegurança, incertezas e muitos temores.
Jacó olhava para as circunstâncias pelo lado natural... considerando apenas o que julgava merecer, o que ouvira falar e aquilo em que acreditava. Não se apoiava nas promessas de Deus ou na obra que o SENHOR havia feito no coração do irmão durante a sua ausência.
Se pudéssemos tão-somente aprender a ver as coisas como Deus vê, pela ótica Dele, como seria diferente a nossa vida!
A situação real de Jacó era esta: durante o tempo em que ele esteve ausente da terra natal, Deus também havia abençoado Esaú, e este estava a caminho para encontrar Jacó com a intenção de dar-lhe as boas-vindas e em paz. Não planejava matá-lo. Deus havia operado na vida de Esaú e em seu coração, apagando o mal que Jacó praticara e tanto temia.
O medo, tão bem ilustrado nessa história, foi produto da ignorância. Na maioria das vezes, temos medo do desconhecido. Para cada circunstância apavorante ou devastadora, Deus tem o ponto de vista correto, sendo capaz de mudar qualquer situação e nos dar a vitória. Por isso é fundamental conhecer os fatos, como se mostram aos olhos de Deus. Se estivermos Nele, poderemos confiar em sua compreensão e simplesmente andar passo a passo com Ele rumo à vitória.
Satanás é o ladrão, e uma das coisas que procura roubar é a nossa auto-imagem. Jacó não entendia a sua verdadeira posição em Deus.
Quando a nossa mente é turbada, condicionada ao ponto em que nos vemos como fracos, débeis, impotentes, incapazes, fracassados; quando a imagem do nosso eu é negativa e incorreta, o poder de Deus é impedido de fluir em nossa vida para ajudar-nos a vencer as circunstâncias e abençoar-nos.
No versículo 24, lemos que Jacó encontrou um ser angelical no deserto, foi lembrado de que tinha força diante de Deus e dos homens (v. 28). Ele precisava perceber que tinha esse poder, mas também, ter atitude, agir como se o tivesse, pois não o estava usando adequadamente. Em outras palavras, Jacó estava lutando para conseguir o que já possuía! Não usufruía das provisões que já lhe pertenciam.
A Fé é um Fato, mas também um ato! O que Jacó precisava fazer era perceber quem era e agir com base naquele conhecimento e autoridade, não percebeu sua realidade, por isso lutou.
Hoje essa é a condição na vida da maioria de nós cristãos. Quando o anjo perguntou a Jacó: Qual é o seu nome? ele respondeu: "Jacó". O anjo retrucou: "Você está enganado. Eu o conheço melhor do que você mesmo. O seu nome é Israel" (v.27,28; paráfrase).
O anjo estava querendo dizer: "Um dia, lá em cima nos céus, Deus mudou o seu nome de Jacó, o suplantador e enganador, para Israel. Ele tornou você um príncipe por causa da promessa que lhe fez. Você tem poder diante de Deus e dos homens, poder que não conhece, por isso está fugindo e se escondendo, lamentando e chorando... mas você tem PODER!".
O nome de Jacó foi mudado. Como Jacó, ele nada possuía... mas como príncipe de Deus, manteve um relacionamento com o Pai celestial, que lhe rendeu poder para vencer as circunstâncias da vida — o mesmo poder que pertence agora a nós por meio de Cristo Jesus.
“Seu divino poder nos deu todas as coisas de que necessitamos para a vida e para a piedade, por meio do pleno conhecimento daquele que nos chamou para a sua própria glória e virtude”.
(2 Pedro 1.3)

"Eu lhes dei autoridade para pisarem sobre cobras e escorpiões, e sobre todo o poder do inimigo; nada lhes fará dano" (Lucas 10.19).

Qual é o limite para o ciúme?

José, ingênua e orgulhosamente conta aos irmãos o sonho que lhe denotava a superioridade – pior: seu pai Jacó demonstrou-lhe favoritismo, presenteando-o com uma túnica especial. Seus irmãos enciumados planejaram matá-lo, porém, Rubens e Judá o salvaram vendendo-o como escravo.
A serpente travestida de inveja, cobiça, ciúme, sempre em busca de mais uma vítima. Quem será sua próxima presa?
Qualquer um que tenha mais que ele: Mais quilates, mais cavalos-vapor, mais torque, mais riqueza, mais estudo, mais beleza, mais espaço no escritório, mais metros quadrados, mais dinheiro no banco, mais membros na igreja. A cobiça concentra a atenção no que tem "mais".
“Cobiçais e nada tendes; matais e invejais, e nada podeis obter” (Tiago 4.2).
...”O ciúme desperta a fúria” (Provérbios 6.34).
“A inveja é a podridão dos ossos” (Provérbios 14.30).
Tudo está bem até que o vizinho do lado reforma sua casa, troca os móveis, troca o carro, ganha promoção...aí então nossa casa já precisa melhorar, nossos móveis também já ficam velhinhos, nosso carro que sempre nos serviu já não é mais uma bênção, não nos sentimos valorizados em nosso trabalho, afinal de contas não recebemos promoção... Nosso problema é com relação ao que o outro possui, nos comparamos o tempo todo: que carro dirige, onde mora, qual celular usa, onde trabalha, qual salário, quantos membros tem sua igreja...
Às vezes afirmamos: “isso não ocorre conosco”, mas e as fofocas, os olhares penetrantes, o querer “ser igual a”, o querer “ser como”, “ter o mesmo que”, estar no “lugar de” – sejamos razoáveis: estes desejos são necessidades reais ou luxúria? – certamente se Deus nos quisesse nesta posição já nos teria concedido, Ele melhor que ninguém sabe de nossas necessidades e supre cada uma delas. Embora não queiramos admitir, somos, por natureza egocêntricos e egoístas.
Mas quando precisamos de um redutor contra inveja, um antídoto para o ciúme: ao invés de lamentar o que não temos, façamos um inventário de tudo o que Deus já investiu em nós, regozijemos no cálice transbordante que possuímos – “Meu cálice transborda” (Salmos 23.5).
“Bendiga ao Senhor a minha alma! Não esqueça de nenhuma de suas bênçãos! É ele que perdoa todos os seus pecados e cura todas as suas doenças, que resgata a sua vida da sepultura e o coroa de bondade e compaixão, que enche de bens a sua existência”, (Salmos 103.2-5).

Que o SENHOR nesta oportunidade de reflexão, nos perdoe, lavando nossas vestes, redirecionando nosso olhar, purificando de tudo que o entristece e impede nossa comunhão e crescimento espiritual, nos dê um coração de arrependimento, gratidão, reconhecimento, alegria e contentamento em sua Presença, em nome do SENHOR JESUS.

Palavra para o seu coração

O temor do Senhor ensina a sabedoria, e a humildade antecede a honra.
(Provérbios 15:33)

Consagre ao Senhor tudo o que você faz, e os seus planos serão bem-sucedidos.(Provérbios 16:3)