sábado, 26 de julho de 2014

Zelo e Cuidado


Deus protege e provê para aqueles que o seguem, para os que Nele confiam:


“Tu conservarás em paz aquele cuja mente está firme em ti; porque ele confia em ti. Confiai no SENHOR perpetuamente; porque o SENHOR DEUS é uma rocha eterna.” (Isaías 26:3-4)

Palavra para o seu coração

Quem tem os meus mandamentos e lhes obedece, esse é o que me ama. Aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me revelarei a ele.

João 14:21

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Dádivas

As escrituras nos ensinam que os filhos são dádivas abençoadas do SENHOR, que os designou para serem uma bênção. Devem ser uma alegria para agraciar-nos a vida com, realização, felicidade e satisfação. A maternidade (paternidade) é um dom de Deus.
Isto é verdadeiro mesmo num mundo decaído, infectado com a maldição do pecado, mesmo nesse meio os filhos são um sinal da bondade de Deus, são prova de que a misericórdia Dele se estende até as criaturas caídas, pecaminosas.
Encontramos sempre na Escritura destaque dos filhos como bênçãos das mãos de um amoroso Pai, ao longo da história observamos que os nomes atribuídos aos filhos, pelo seu significado, a alegria e expectativa que traziam aos pais:
Judá, significa “louvor”; Gade, “afortunado”; Aser, “feliz”; Zebulon, “Honra”; Asafe, “Aquele de quem Deus se apoderou”; Sara, “Princesa”; Maria, “Soberana”; Lucas, “Luminoso”; Miguel, “Quem é como Deus”; Gabriel, “Homem de Deus”; Rafael, “Deus curou”...

As dádivas e bênçãos do SENHOR a nós, sempre chegam no momento certo, na hora ideal, mesmo quando não percebemos o seu agir, Ele está trabalhando, descanse em seus braços, Ele sabe e conhece todas as coisas, tudo o que necessitamos e carecemos está em suas mãos, então creia, confia, espera Nele, pois Ele a seu tempo tudo fará. 

Obediência Recompensada

"De sua parte", disse Deus a Abraão, "guarde a minha aliança, tanto você como os seus futuros descendentes. Esta é a minha aliança com você e com os seus descendentes, aliança que terá que ser guardada: Todos os do sexo masculino entre vocês serão circuncidados na carne. Terão que fazer essa marca, que será o sinal da aliança entre mim e vocês. Da sua geração em diante, todo menino de oito dias de idade entre vocês terá que ser circuncidado, tanto os nascidos em sua casa quanto os que forem comprados de estrangeiros e que não forem descendentes de vocês. Sejam nascidos em sua casa, sejam comprados, terão que ser circuncidados. Minha aliança, marcada no corpo de vocês, será uma aliança perpétua. Qualquer do sexo masculino que for incircunciso, que não tiver sido circuncidado, será eliminado do meio do seu povo; quebrou a minha aliança".

           Gênesis 17.9-14

Após relatar as bênçãos da aliança, Deus apresentou os termos que Abraão deveria obedecer, cumprir fielmente para que ele e sua semente herdassem as bênçãos da aliança. A circuncisão da carne identificava os participantes, era sinal da aliança de Abrão com Deus. Os que se recusassem a obedecer a esta ordenança e permanecessem incircuncisos, seriam culpados de quebrar a aliança e, portanto rejeitados, desprezados, este sinal exterior da aliança com Deus era sombra da circuncisão que ocorre no coração e no espírito da descendência de Abraão sob a Nova Aliança.
Por crer na promessa de Deus, Abraão foi considerado justo perante Ele.
Paulo disse aos romanos: "Dizemos que a fé foi creditada a Abraão como justiça. Como lhe foi creditada? Antes ou depois de ter sido circundado? Não foi depois, mas antes de ser circuncidado. Ele recebeu a marca da circuncisão como sinal ou evidência ou como selo da justiça que ele possuía pela fé, quando ainda não era circuncidado, fé de que seria pai de todos os que verdadeiramente cressem sem ter sido circuncidados, a fim de que a justiça (boa situação com Deus) também lhes fosse creditada" (Rm 4.9-11; TAB Versão Amplificada)
A justiça de Abraão foi resultado da fé, não da circuncisão exterior, da carne. Pela fé, Abraão firmou aliança com Deus, obedeceu às condições da aliança e recebeu as promessas.
Sob a Nova Aliança, Deus ainda requer a circuncisão. Nós, que somos a semente de Abraão, firmamos uma aliança por meio da fé no Cristo ressurreto e no seu poder de nos salvar. Somos considerados justos, justificados e estabelecidos em boa posição para com Deus, por meio da fé.
Quando aceitamos a Cristo pela fé, o nosso coração é circuncidado. Deus escreve os seus estatutos e mandamentos em nossa mente bem como o desejo de conhecê-lo, amá-lo e obedecer-lhe. A nossa carne — a natureza carnal — é crucificada. Somos lavados, os nossos pecados são perdoados e somos justificados perante Deus.
O sinal de nossa aliança com Deus não é a circuncisão da carne, mas a do coração.
Paulo declarou aos romanos: "Não é judeu verdadeiro quem o é apenas no exterior e publicamente nem é a verdadeira circuncisão algo exterior e físico. Mas é judeu quem o é interiormente, e a verdadeira circuncisão é a do coração, pelo Espírito, e não a literal" (Rm 2.28,29; TAB).
Ele disse aos colossenses: "Nele também vocês foram circuncidados, não com uma circuncisão feita por mãos humanas, mas com a circuncisão espiritual feita por Cristo, que é o despojar do corpo da carne do todo corrupto, da natureza carnal com as suas paixões e cobiças. Então vocês foram circuncidados quando foram sepultados com Ele no seu batismo, no qual também ressuscitaram com Ele para uma nova vida mediante a fé no poder de Deus conforme demonstrado quando Ele o ressuscitou dentre os mortos" (Cl 2.11,12 TAB Versão Amplificada).
Sem a circuncisão espiritual do coração, não pode haver aliança com Deus! É pela fé no Espírito de Deus operando em nós que o nosso coração é circuncidado, não por meio de nossas fúteis tentativas de crucificar a carne. A nossa justiça é pela fé, não por obras. Para viver uma vida santa de obediência a Deus, não podemos depender de nos mesmos, de nossas habilidades, e sim do Espírito que Deus colocou dentro de nós para realizar a sua justiça em nós.
Em obediência à ordem divina de guardar a aliança pela circuncisão, Abraão naquele mesmo dia circuncidou Ismael e todos os que eram do sexo masculino em sua casa (Gn 17.23).
A aliança entre Abraão e Deus foi selada pelo ato de obediência do patriarca, pela sua disposição em oferecer o próprio filho, Isaque.

Para herdar as bênçãos da aliança com Deus, também devemos andar em obediência aos mandamentos de Deus requeridos na Nova Aliança; a diferença é que, sob a Antiga Aliança, era impossível aos israelitas, no estado natural pecaminoso obedecer totalmente a Lei, sob a Nova Aliança, temos a graça, temos o Espírito Santo que intercede por nós, temos nosso fiel Advogado junto ao Pai e Deus nos deu o DESEJO e o PODER de andarmos em total obediência a Ele! A Ele a honra e a glória eternamente!

Palavra para o seu coração

Dá-me entendimento, para que eu guarde a tua lei e a ela obedeça de todo o coração.
Dirige-me pelo caminho dos teus mandamentos, pois nele encontro satisfação.
Inclina o meu coração para os teus estatutos, e não para a ganância.
Desvia os meus olhos das coisas inúteis; faze-me viver nos caminhos que traçaste.

Salmos 119:34-37

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Refeição Solene

Esta noite se observará ao SENHOR, porque, nela, os tirou da terra do Egito; esta é a noite do SENHOR, que devem todos os filhos de Israel comemorar nas suas gerações.
                    
                Êxodos 12.42

É habitual em nossa cultura comemorarmos os grandes eventos e transações com uma refeição, é uma forma de registrarmos o fato porque ao compartilharmos a refeição criamos laços memoráveis, pois usamos alguns dos nossos sentidos: paladar, tato e olfato.
Talvez seja por isso que o SENHOR ordenou aos israelitas que comessem antes de deixar o Egito. A Páscoa foi a refeição memorável da libertação maravilhosa dos judeus do jugo egípcio, concedida por Deus ao seu povo.
Um cordeiro sem defeito foi sacrificado em cada casa na preparação da ceia, o sangue deste animal foi aspergido sobre os umbrais das portas das casas. Enquanto o cordeiro era preparado com ervas amargas, o SENHOR se moveu pela terra egípcia executando julgamento e trazendo seu juízo, o Anjo do SENHOR passou direto por todas as casas que portavam o sangue do cordeiro.
A refeição pascal tornou-se um marco festivo para os israelitas, nas gerações seguintes, comemorado pelos hebreus com pão sem fermento e cordeiro assado, lembrando-se do livramento de Deus aos seus antepassados.
A Páscoa também apontava para uma libertação futura ainda maior que Deus realizaria, cerca de catorze séculos depois o SENHOR Jesus Cristo viria à terra  como o Cordeiro de Deus , que tira o pecado do mundo (João 1.29), Ele seria o Cordeiro sem defeito e sem mácula, sem pecado (1 Pedro 1.19), seria sacrificado  por nossos pecados (Hebreus 10.12), seu sangue seria aspergido em nossas consciências (Hebreus 9.11-22), Paulo o identificou como Cristo, nosso Cordeiro pascal (1 Coríntios 5.7).

Na noite que antecedeu sua morte, Jesus celebrou a última páscoa com seus discípulos, durante a refeição rememoravam a forma como sua nação se libertou da escravidão egípcia. Então Jesus fala a eles sobre a grande libertação espiritual, prestes a ocorrer e para nos lembrar do grandioso dom da salvação, instituiu uma simples refeição cerimonial composta apenas de pão e vinho, simbolizando sua carne e seu sangue entregues como resgate da humanidade, chamada Ceia do SENHOR, esta refeição aponta para a cruz, a ressurreição e tudo o que Deus fez por nós, nela temos o marco, a expressão máxima e definitiva da infinita misericórdia e amor divinos sobre nós.

Promessas da Aliança


Quando Abrão estava com noventa e nove anos de idade o SENHOR lhe apareceu e disse: Eu sou o Deus todo poderoso; ande segundo a minha vontade e seja íntegro. Estabelecerei a minha aliança entre mim e você e multiplicarei muitíssimo a sua descendência.
Abrão prostrou-se, rosto em terra, e Deus lhe disse: De minha parte, esta é a minha aliança com você. Você será o pai de muitas nações. Não será mais chamado Abrão; seu nome será Abraão, porque eu o constituí pai de muitas nações. Eu o tornarei extremamente prolífero; de você farei nações e de você procederão reis. Estabelecerei a minha aliança como aliança eterna entre mim e você e os seus descendentes, para ser o seu Deus e o Deus dos seus descendentes. Toda a terra de Canaã, onde agora você é estrangeiro, darei como propriedade perpétua a você e a seus descendentes; e serei o Deus deles.        


                            Gênesis 17.1-8


Anos após ter feito aliança com Abraão, Deus apareceu para confirmá-la, quando o patriarca tinha 99 anos de idade, Abraão prostrou-se, com o rosto em terra, em temor reverente e adoração a Deus. Então Deus estabeleceu os termos e as promessas da aliança entre eles, mudou seu nome para Abraão e o de Sarai para Sara e confirma três promessas que faziam parte da aliança:
1. Abraão seria o Pai de muitas nações, o que confirmava a promessa de que Deus multiplicaria a semente dele como o pó da terra e como as estrelas do céu (Gn 13.16; 15.5);
2. Ser o seu Deus e dos seus descendentes;
3. Dar a ele e à sua descendência a terra de Canaã como possessão eterna.
Quando duas famílias firmavam uma aliança de sangue, cada uma tomava o nome da outra como testemunho eterno de que tornavam-se uma. Em sua aliança com Abraão, o Senhor prometeu ser não apenas o Deus de Abraão, mas também o de seus descendentes. Por isto, tomou o nome Abraão e de seus descendentes referindo-se a si mesmo como o Deus de Abraão, Isaque e Jacó (Êx 2.24; Lv 26.42).
Ao fazer isto, Deus dizia que Ele se havia tornado aliançado com Abraão e sua família, descendentes naturais e espirituais, os quais passaram a ser família de Deus também, estava lembrando que a sua força, o seu poder e a sua glória agora pertenciam também a Abraão.
Paulo disse aos gálatas: "Assim também as promessas foram feitas a Abraão e à sua Semente, referindo-se obviamente a Cristo, o Messias... E, se vocês são de Cristo [se estão nele, que é a semente de Abraão], então são descendência de Abraão e herdeiros [espirituais]segundo a promessa" (Gl 3.16,29 TAB Versão Amplificada);
Nós herdamos todas as promessas feitas a Abraão sob a Antiga Aliança! E, sob a Nova Aliança, temos acesso a essas promessas por meio da fé, então necessitamos romper barreiras, para não limitarmos o agir de Deus.
Muitos cristãos hoje creem na promessa de Deus quanto à salvação e ao perdão dos pecados, mas não conseguem crer na cura ou na provisão divina para as necessidades físicas e materiais de seus servos.

Chegou a hora do povo de Deus andar em “unção de aliança", na qual nos apropriamos pela fé de TODAS as promessas que Deus nos fez em seu pacto eterno conosco.