Nisto consiste o amor a Deus: em obedecer aos seus mandamentos. E os seus mandamentos não são pesados.
1João 5.3
Mandamentos são instruções de procedimento, dadas com autoridade por alguém que manda, para alguém que deve por em prática e obedecer; via de regra o mandamento destina-se a beneficiar os que o seguem e praticam.
Em nossa cultura, as empresas adotam suas próprias normas, regras de conduta, normas de segurança, ordens de serviços... para padronizar os serviços a serem desempenhados; tudo isso é bom e necessário tanto para o funcionário como para a empresa, como um todo.
Mas, em se tratando das ordenanças de Deus, diverge um pouco, pois Ele não precisa ser beneficiado por nós, nós é que dependemos Dele. Observemos que Ele estabelece uma ligação entre a nossa obediência aos Seus mandamentos e o amor que dedicamos a Ele. Sim pois, não faz sentido nos esforçarmos para obedecer Suas leis por medo de alguma punição ou por mero senso de dever. O apóstolo João, que escreveu o versículo acima em destaque, diz na mesma carta que "nós amamos (a Deus) porque Ele nos amou primeiro" (1João 4.19).
E assim, podemos entender que Deus nos deu os Seus mandamentos para nos proporcionar condições de uma vida boa, saudável e feliz - os beneficiários somos nós mesmos. O Rei Davi no Salmos 19 diz que "as ordenanças (ou seja "mandamentos") do SENHOR são... mais desejáveis do que o ouro.... são mais doces do que o mel". E o SENHOR Jesus ainda complementa, explicando que todos esses mandamentos podem ser resumidos em dois: "amar a Deus sobre tudo e o próximo como a si mesmo" (Mateus 22.37-40).
Ao adquirirmos o hábito de praticarmos as ordenanças e mandamentos do SENHOR vendo neles uma expressão do Seu amor, rapidamente poderemos comprovar o efeito benéfico que terão sobre nossas vidas – certamente nos trarão grandes revelações e crescimento espiritual. Fato é que obedecer a Deus nos proporciona imensos benefícios!
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