Ele zomba dos zombadores, mas concede graça
aos humildes.
Provérbios 3.34
Não será assim entre vocês. Pelo contrário,
quem quiser tornar-se importante entre vocês deverá ser servo,
Mateus 20.26
Ele zomba dos zombadores, mas concede graça
aos humildes.
Provérbios 3.34
Não será assim entre vocês. Pelo contrário,
quem quiser tornar-se importante entre vocês deverá ser servo,
Mateus 20.26
Noé era homem justo, integro entre o povo da sua época; ele andava com Deus.
Genesis 6.9
A nossa postura, escolhas, aparência, conduta são importantes testemunhos sobre nós. O apóstolo Paulo nos mostra em Efésios um modelo de procedimento, baseado no padrão de Cristo.
Modelo esse apresentado na Bíblia, que destina-se a demonstrar ao mundo uma forma diferente de viver, que vai além das vestimentas, da ostentação e aparência exterior.
Ao andarmos como Cristo Jesus, mostramos ao mundo que pertencemos a Ele e que obedecemos aos Seus mandamentos. Há alguns versículos que podem nos auxiliar no desafio dessa empreitada:
1- Andar em amor - "Sejam imitadores de Deus, como filhos amados, e vivam em amor, como também Cristo nos amou e se entregou por nós como oferta e sacrifício de aroma agradável a Deus" (Efésios 5.1,2). Cristo é o exemplo em tudo na nossa vida. Ele deu-Se totalmente, perdoou, amou aos pecadores mesmo sem merecermos, ajudou aos necessitados, cumpriu o querer divino, foi obediente do início ao fim.
2- Andar como filhos da luz - "Outrora vocês eram trevas, mas agora são luz no SENHOR. Vivam como filhos da luz, pois o fruto da luz consiste em toda bondade, justiça e verdade"; (Efésios 5.8,9). Viver como alguém que foi regenerado, que tem Cristo como centro da vida, experimentando, discernindo e provando o que é agradável a Deus. Seremos conhecidos pelos nossos frutos, por aquilo que a nossa vida produzir.
3-Andar como sábios - "Tenham cuidado com a maneira como vocês vivem; que não seja como insensatos, mas como sábios, aproveitando ao máximo cada oportunidade, porque os dias são maus" (Efésios 5.15,16). Precisamos observar e analisar em nossa vida se praticamos o que vem de Deus ou não. Cada um deve analisar a si próprio, pois o julgamento de Deus também será individual. Precisamos procurar compreender qual é a vontade de Deus para nós; para isso, precisamos buscar a intimidade com Deus para descobri-la.
Para conseguirmos andar em amor, como filhos da luz e sendo sábios, precisamos nos encher do Espírito, praticar as boas obras que são frutos da Sua atuação em nós, anunciar a Cristo e falar palavras que edifiquem, dando graças pelas bênçãos e também pelas provas, sujeitando-nos a Deus e também ao próximo.
Tu és o Deus que realiza milagres; mostras o
teu poder entre os povos.
Salmos 77.14
Ó profundidade da riqueza da sabedoria e do
conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e inescrutáveis os
seus caminhos!
Romanos 11.33
O pão nosso de cada dia da-nos hoje, Perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores.
Mateus 6.11-12
Somos todos pecadores necessitados de graça, batalhadores que precisam de força, proteção e constante cuidado. O SENHOR Jesus ensinou-nos a orar "Perdoa as nossas dívidas, assim como... e não nos deixe cair em tentação".
Todos nós já cometemos erros, e todos por mais cuidadosos que sejamos, ainda cometeremos mais alguns deslizes. A linha que divide os melhores de nós dos piores que somos, é muito sutil; por isso é prudente dar a devida atenção a advertência do apóstolo Paulo: "Mas tu, por que julgas teu irmão? Ou tu, também, por que desprezas teu irmão? Pois todos havemos de comparecer ante o tribunal de Cristo" (Romanos 14.10).
Vale lembrar que todos nós, em dado momento, necessitamos de uma ação de benevolência, precisamos ser perdoados. Existem situações, seja em qual relacionamento for, em que é pior buscar o caminho do tribunal, cobrar a dívida apenas fomenta a discórdia, aumenta o fogo. Em alguns momentos é melhor receber o nosso irmão, e estender-lhe a mesma misericórdia que nos foi dada, por meio da misericordiosa graça divina.
A arrogância de alguns, os faz acreditar que não precisam de nada além do próprio esforço. Que grande engano – acontece que somos totalmente dependentes do amor de Cristo, mesmo que nem percebamos isso.
O que o justo almeja redunda em alegria, mas
as esperanças dos ímpios dão em nada.
Provérbios 10.28
Vocês precisam perseverar, de modo que,
quando tiverem feito a vontade de Deus, recebam o que ele prometeu;
Hebreus 10.36
E o Senhor trouxe sobre a terra um vento oriental todo aquele dia e toda aquela noite: quando amanheceu, o vento oriental tinha trazido os gafanhotos... Então se apressou Faraó em chamar a Moisés e a Arão... Então o Senhor fez soprar fortíssimo vento ocidental, o qual levantou os gafanhotos e os lançou no Mar Vermelho; nem ainda um só gafanhoto restou em todo o território do Egito.
Exodos 10.13,16,19
Observemos como, na retirada dos israelitas do Egito, o SENHOR por diversas vezes, usa os ventos para operarem livramento, como salientado nos versículos em destaque; tornamos a ver naquela grande demonstração do poder de Deus no golpe final. Aos israelitas, deve ter parecido uma coisa estranha e quase impiedosa verem-se cercados por tão grandes perigos - pela frente, o mar a desafiá-los; de cada lado, os picos rochosos tirando-lhes toda esperança de fuga; sobre eles, como que a formar-se um enorme furacão. Era como se o primeiro livramento tivesse vindo, para posteriormente entregá-los a uma morte inevitável. Para completar o terror, ergueu-se o grito: os egípcios estão bem atrás de nós!
Porém, quando parecia que iriam sucumbir nas mãos do inimigo, então veio o glorioso triunfo. E vieram os ventos e afastaram as ondas, e o povo de Israel seguiu através da vala aberta no grande leito do mar, tendo como redoma protetora o amor de Deus.
De ambos os lados figuravam as paredes de água, brilhando à luz da glória do SENHOR; e acima deles soprava o forte vento. Assim foi por toda a noite; e quando, ao romper do dia seguinte, os últimos homens de Israel puseram o pé do outro lado do mar, o trabalho do vento estava concluido.
Então Israel cantou ao SENHOR o cântico do vento que servira ao cumprimento da Sua Palavra. "O inimigo dizia: Perseguirei, alcançarei, repartirei os despojos... Sopraste com o teu vento, o mar os cobriu: afundaram-se como chumbo em águas impetuosas" (Êxodos 15.9,10).
Um dia, pela graciosa misericórdia de Deus, nós também estaremos de pé sobre o mar de vidro, tendo nas mãos a harpa de Deus. Então cantaremos o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro: "Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei das nações"! Então saberemos como os ventos fortes operaram nosso livramento.
Hoje, percebemos apenas o misterioso enígma dos grandes desafios que assustadoramente nos envolvem; depois compreenderemos que o inimigo ameaçador foi banido, exatamente naquela noite de extremo temor e pesar. Agora contemplamos apenas a perda; depois saberemos que a perda foi um golpe sobre aquele mal, que estava ameaçando nos prender com seus fortes grilhões. Hoje estremecemos ante os ventos sibilantes e os trovões que rugem; mais tarde porém, veremos que eles afastaram as águas da destruição e nos abriram o caminho, para a terra da promessa. O nosso Deus voa triunfante, por sobre as asas do vento.
Teria eu algum prazer na morte do ímpio?,
palavra do Soberano Senhor. Pelo contrário, acaso não me agrada vê-lo
desviar-se dos seus caminhos e viver?
Ezequiel 18.23
Pois este meu filho estava morto e voltou à
vida; estava perdido e foi achado. E começaram a festejar.
Lucas 15.24